domingo, 17 de abril de 2011

Evangelho de Domingo - Domingo de Ramos/Segundo Domingo da Paixão

Saudações queridos leitores!
 
Segue abaixo o Santo Evangelho desse Domingo de Ramos na Forma Extraordinária do Rito Romano (Missa Tridentina). Logo abaixo está o Evangelho na Forma Ordinária. 

EVANGELHO (Mateus 26, 36-75; 27, 1-60)

Passio Domini nostri Jesu Christi secúndum Matthaéum.

Naquele tempo, dirigiu-se Jesus com seus discípulos a uma granja, chamada Getsemani, e disse aos seus discípulos: ? Sentai-vos aqui, enquanto vou acolá fazer oração. E, tendo tomado consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Disse-lhes então: ? A minha alma está numa tristeza mortal; ficai aqui e vigiai comigo. C. E, adiantando-se um pouco, prostrou-se com o rosto por terra, orando e dizendo: sim como tu queres. C. Depois foi ter com os discípulos, e encontrou-os a dormir, e disse a Pedro: ?Então não pudestes vigiar uma hora comigo? Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca. C. E retirou-se pela segunda vez, e orou, dizendo: ? Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. C. E foi novamente, e encontrou-os a dormir; porque os seus olhos estavam carregados (de sono). E, deixando-os, foi de novo, e orou pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. Então foi ter com os discípulos, e disse-lhes: ? Dormi agora e descansai; eis que está chegada a hora em que o Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores. Levantai-vos, vamos; eis que se aproxima o que me vai entregar.

Prisão de Jesus

C. E estando ainda a falar, chega Judas, um dos doze, e com ele grande multidão com espadas e varapaus, enviada pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo. O que o entregou tinha-lhes dado este sinal: S. Aquele a quem eu der um ósculo, é esse; prendei-o. C. E, aproximando-se logo de Jesus, disse: S. Deus te salve, Mestre. C. E deu-lhe um ósculo. Disse-lhe Jesus: ? Amigo, a que vieste? C. Os outros avançaram logo e lançaram mãos de Jesus e prenderam-no. Um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, desembainhou a espada, e, ferindo um servo do Sumo Pontífice, cortou-lhe uma orelha. Disse-lhe então Jesus: ? Mete a espada no seu lugar, porque todos os que pegarem da espada, morrerão à espada. Julgas porventura que eu não posso rogar ao meu Pai, e Ele ao porá logo aqui à minha disposição mais de doze legiões de anjos? Como se hão de cumprir as escrituras que declaram que assim deve suceder? C. Naquela hora disse Jesus às turbas: ? Viestes armados de espadas e varapaus para me prender, como se faz a um ladrão; todos os dias estava eu sentado no meio de vós a ensinar no templo, e não me prendestes. C. Mas tudo isso aconteceu para se cumprirem as escrituras dos profetas. Naquela altura, todos os discípulos o abandonaram e fugiram.

Jesus conduzido à presença do Sumo Sacerdote

Os que prenderam a Jesus levaram-no a casa de Caifás, Príncipe dos Sacerdotes, onde se tinham reunido os escribas e anciãos. Pedro foi-os seguindo de longe, até o átrio do Príncipe dos Sacerdotes. E, tendo entrado, sentou-se com os criados, a ver o fim daquilo tudo. Entretanto, os Príncipes dos Sacerdotes e todo o conselho procuravam algum falso testemunho contra Jesus para o entregarem à morte; mas não o encontraram, posto que se tivessem apresentado muitas testemunhas falsas. Por último, apresentaram-se duas testemunhas falsas, e disseram: S. Este disse: Posso destruir o templo de Deus, e reedificá-lo em três dias. C. Levantando-se então o Príncipe dos Sacerdotes, disse-lhe: S. ao respondes nada ao que estes depõem contra ti? C. Jesus, porém, mantinha-se calado. Disse-lhe o Príncipe dos Sacerdotes: S. Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. C. Jesus respondeu: ? Tu o disseste; mas também vos digo que haveis de ver o Filho do homem sentado à direita do poder de Deus, e vir sobre as nuvens do céu. C. Então o Príncipe dos Sacerdotes rasgou os vestidos, dizendo: S. Blasfemou; que mais necessidade temos de testemunhas? Acabais de ouvir a blasfêmia; que vos parece? C. E eles responderam: S. É réu de morte. C. Então cuspiram-lhe no rosto, e feriram-no às punhadas; e outros deram-lhe bofetadas no rosto, dizendo: S. Adivinha, Cristo, quem é que te feriu?

Negação de Pedro

C. Entretanto Pedro estava sentado fora no átrio. Aproximou-se dele uma criada, e disse-lhe: S. Tu também estavas com Jesus, o Galileu. C. Mas ele negou diante de todos, dizendo: S. Não sei o que dizes. C. E, saindo fora da porta, viu-o outra criada, e disse para os que ali se encontravam: S. Este também estava com Jesus Nazareno. C. E ele pela segunda vez negou, com juramento, dizendo: Não conheço este homem. Daí a pouco, aproximaram-se de Pedro os que ali estavam, e disseram: S. Tu certamente também és dos tais; porque até a tua linguagem te dá a conhecer. C. Então começou a fazer imprecações e a jurar que não conhecia tal homem. E imediatamente cantou o galo. Pedro lembrou-se da palavra que lhe tinha dito Jesus: Antes de o galo cantar, três vezes me negarás. E, tendo saído para fora, chorou amargamente.

Conselho do Sinédrio

Logo de manhã, todos os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo se reuniram em conselho contra Jesus, para o entregarem à morte. E levaram-no preso e entregaram-no ao governador Pôncio Pilatos.

Desespero de Judas

Então Judas, que o tinha entregado, vendo que Jesus fora condenado, tocado de
arrependimento, tornou a levar as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, dizendo: S. Pequei, entregando o sangue inocente. C. Responderam eles: S. Que temos nós com isso? Visses (antes o que fazias). C. E, atirando com as moedas de prata para o templo, retirou-se, e foi-se enforcar. Os príncipes dos sacerdotes, tomando as moedas de prata, disseram: S. Não é lícito deitá-las na arca das esmolas, visto serem preço de sangue. C. E, tendo consultado entre si, compraram com elas o campo dum oleiro, para sepultura dos estrangeiros. Por esta razão foi aquele campo chamado Hacéldama, isto é, campo de sangue, até ao dia de hoje. Assim se cumpriu o que foi predito por Jeremias profeta, que diz: E tomaram as trinta moedas de prata, custo daquele cujo preço foi avaliado pelos filhos de Israel, e deram-nas pelo campo do oleiro, como o Senhor me ordenou.

Jesus diante de Pilatos

Jesus foi apresentado diante do governador, e o governador interrogou-o, dizendo: S. Tu és o Rei dos Judeus? C. Disse-lhe Jesus: ? Tu o dizes. C. E, sendo acusado pelos príncipes dos sacerdotes e anciãos, não respondeu coisa alguma. Disse-lhe então Pilatos: S. Não ouves de quantas coisas te acusam? C. Mas ele nada respondeu, de modo que o governador ficou em extremo admirado. Ora o governador tinha por costume, no dia solene da Páscoa, soltar aquele preso que o povo quisesse. Naquela ocasião, tinha ele um preso afamado, chamado Barrabás. Estando, pois, eles reunidos, disse-lhes Pilatos: S. Qual quereis vós que vos solte: Barrabás, ou Jesus que se chama o Cristo? C. Pois sabia que o tinham entregado por inveja. Estando ele sentado no seu tribunal, a sua mulher mandou-lhe dizer: S. Não te metas com esse justo, pois fui hoje muito atormentada em sonhos por causa dele. C. Entretanto, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a que pedisse Barrabás e fizesse morrer Jesus. E o governador, tomando a palavra, disse-lhes: S. Qual dos dois quereis que vos solte? C. E eles responderam: S. Barrabás. C. Disse-lhe Pilatos: S. E que hei de fazer de Jesus, que se chama o Cristo? C. Disseram todos: S. Seja crucificado. C. Disse-lhes o governador: S. Mas que mal fez ele? C. E eles gritavam com mais força, dizendo: S. Seja crucificado. C. Pilatos, vendo que nada conseguia e que o tumulto era cada vez maior, tomando água, lavou as mãos diante do povo, dizendo: S. Eu sou inocente do sangue deste justo; vós lá vereis. C. Responde o povo todo: S. O sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos. C. Soltou-lhes então Barrabás; e, depois de mandar flagelar a Jesus, entregou-o para ser crucificado. Jesus ultrajado e coroado de espinhos Então os soldados do governador, conduzindo Jesus ao pretório, juntaram à volta dele toda a corte; e, despindo-o, cobriram-no com um manto carmesim. E, tecendo uma coroa de espinhos puseram-lha na cabeça, e na mão direita uma cana. E, dobrando o joelho diante Dele, escarneciam dele, dizendo: S. Deus te salve, rei dos Judeus. C. E, cuspindo-lhe, pegavam na cana e batiam-lhe (com ela) na cabeça. E, depois de o escarnecerem, tiraram-lhe o manto, e vestiram-no com os seus vestidos e levaram-no para o crucificarem. A caminho do Calvário Ao sair (da cidade), encontraram um homem de Cirene, chamado Simão, e obrigaram-no a levar a cruz de Jesus. E chegaram ao lugar chamado Gólgota, isto é, lugar da Caveira. E deram-lhe a beber vinho misturado com fel. Tendo-o provado, não quis beber. Crucifixão E, depois de o crucificarem, repartiram os seus vestidos, deitando-os à sorte, cumprindo-se deste modo o que tinha sido anunciado pelo profeta, que diz: Repartiram entre si os meus vestidos, e sobre a minha túnica lançaram sortes. E, sentados, guardavam-no. E puseram-lhe por cima da cabeça uma inscrição, a indicar a causa da morte: Este é Jesus, o Rei dos Judeus. Ao mesmo tempo, foram crucificados com ele dois ladrões: um à direita e outro à esquerda. Jesus pregado na cruz E os que iam passando blasfemavam dele, movendo a cabeça, e dizendo: S. Olá, tu que destróis o templo de Deus e o reedificas em três dias, salva-te a ti mesmo; se és o Filho de Deus, desce da cruz. C. Do mesmo modo o insultávamos príncipes dos sacerdotes com os escribas e anciãos, dizendo: S. Então salvou outros, e a si mesmo não se pode salvar. Se é o rei de Israel, desça agora da cruz, e acreditaremos nele. Confiou em Deus; que Deus o livre agora, se é que o ama; pois ele disse: Eu sou o Filho de Deus. C. Do mesmo modo o insultavam os ladrões que tinham sido crucificados com ele. Morte de Jesus Desde a hora sexta até à nona, houve trevas sobre toda a terra. E por volta da hora nona, exclamou Jesus em alta voz, dizendo: ? Eli, Eli, lamma sabacthani? C. Que quer dizer:? Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste? C. Alguns dos que ali estavam e ouviram isto, diziam: S. Está a chamar por Elias. C. E logo, correndo um deles, pegou numa esponja, ensopou-a em vinagre, pô-la na ponta duma cana, e dava-lhe de beber. Porém, os outros diziam: S. Deixa ver se vem Elias livrá-lo. C. E Jesus, soltando de novo um alto brado, rendeu o espírito.

(Aqui ajoelha-se e faz-se uma breve pausa.)

Depois da morte de Jesus

Naquele instante, o véu do templo rasgou-se em duas partes de alto a baixo, a terra tremeu, fenderam-se as pedras, abriram-se as sepulturas e muitos corpos de santos, que tinham adormecido no Senhor, ressuscitaram. E, saindo das sepulturas depois da ressurreição de Jesus, foram à cidade santa e apareceram a muitos. O centurião e os que com ele estavam de guarda a Jesus, ao verem o terremoto e as coisas que aconteciam, tiveram grande medo, e diziam: S. Na verdade, este homem era o Filho de Deus. C. Achavam-se também ali, vindas de longe, muitas mulheres, que tinham seguido a Jesus desde a Galiléia, subministrando-lhe o necessário. Entre elas, estava Maria Madalena, Maria mãe de Tiago, a mãe de José e a mãe dos filhos de Zebedeu. Sepultura de Jesus Ao fim da tarde, chegou um homem rico de Arimatéia, chamado José, que também era discípulo de Jesus. Foi ter com Pilatos e pediu-lhe o corpo de Jesus. Pilatos mandou que lhe fosse entregue o corpo. E, tomando o corpo, envolveu-o num lençol branco, depositou-o no seu sepulcro novo, que tinha aberto numa rocha, e rolou uma grande pedra a tapar a entrada do sepulcro. E retirou-se.

R. Laus tibi, Christe.

Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo Segundo Matheus (Mt 26,14-27,66)

Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo Mateus: Naquele tempo, 11Jesus foi posto diante de Pôncio Pilatos, e este o interrogou:

Ass.: “Tu és o rei dos judeus?”


Narrador 1:
Jesus declarou:

Pres.:
“É como dizes”.

Narrador 1:
12E nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. 13Então Pilatos perguntou:

Leitor 1:
“Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?”

Narrador 1:
14Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. 15Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. 16Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. 17Então Pilatos perguntou à multidão reunida:

Ass.: “Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?”


Narrador 2:
18Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. 19Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele:

Mulher:
“Não te envolvas com esse justo, porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa dele”.

Narrador 2:
20Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as multidões para que pedissem Barrabás e que fizessem Jesus morrer. 21O governador tornou a perguntar:

Ass.: “Qual dos dois quereis que eu solte?”


Narrador 2:
Eles gritaram:

Ass.: “Barrabás”.


Narrador 2:
22Pilatos perguntou:

Leitor 2:
“Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?

Narrador 2:
Todos gritaram:

Ass.: “Seja crucificado!”


Narrador 2:
23Pilatos falou:

Leitor 1:
“Mas, que mal ele fez?”

Narrador 2:
Eles, porém, gritaram com mais força:

Ass.: “Seja crucificado!”


Narrador 1:
24Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse:

Leitor 2:
“Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!”

Narrador 1:
25O povo todo respondeu:

Ass.: “Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos”.


Narrador 1:
26Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. 27Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram toda a tropa em volta dele. 28Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho; 29depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo:

Ass.: “Salve, rei dos judeus!”


Narrador 2:
30Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. 31Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar. 32Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. 33E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer “lugar da caveira”.

Narrador 1:
34Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. 35Depois de o crucificarem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. 36E ficaram ali sentados, montando guarda. 37Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação:

Ass.: “Este é Jesus, o Rei dos Judeus”.


Narrador 1:
38Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à esquerda de Jesus. 39As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:

Ass.:
40”Tu, que ias destruir o Templo e construí-lo de novo em três dias, salva-te a ti mesmo! Se és o Filho de Deus, desce da cruz!”

Narrador 2:
41Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da Lei e os anciãos, também zombavam de Jesus:

Ass.:
42”A outros salvou... a si mesmo não pode salvar! É Rei de Israel... Desça agora da cruz! e acreditaremos nele. 43Confiou em Deus; que o livre agora, se é que Deus o ama! Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus”.

Narrador 1:
44Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus o insultavam. 45Desde o meio-dia até as três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. 46Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito:

Pres.:
“Eli, Eli, lamá sabactâni?”

Narrador 1:
Que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” 47Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram:

Ass.: “Ele está chamando Elias!”

Narrador 1: 48E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e lhe deu para beber. 49Outros, porém, disseram:

Ass.: “Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!”
 
Narrador 1: 50Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito.
(Todos se ajoelham e ficam em silêncio)

Narrador 2: 51E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram. 52Os túmulos se abriram e muitos corpos dos santos falecidos ressuscitaram! 53Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade Santa e foram vistos por muitas pessoas. 54O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram: 

Ass.: “Ele era mesmo Filho de Deus!”
 

Palavra da Salvação.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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