terça-feira, 19 de abril de 2011

Comentário do Leitor - "Otário de Galocha"

Saudações queridos leitores!

Uma das razões pelas quais eu gosto tanto do meu blog é porque ele expressa muito mais verdades do que eu escrevo.

Um sujeito anônimo me mandou o seguinte comentário na postagem Holanda transforma crianças em transexuais. O texto é de 2008, mas o cara deve ter visto só agora porque voltei a escrever e ficou todo indignado. Leiam o comentário anônimo como sempre, já que esses tolerantes não têm coragem de mostrar o rosto na maioria das vezes:

Este Fernando é um otári o de galocha, seu argumento é totalmente irreal ao que diz a reportagem.
Extremismo é assim, não têem argumentos, só certezas e ai de quem não os siga. Vai procurar te informar seu cabeça de sacola.


Pois bem. Eu até queria que tivesse um pouco mais de conteúdo para comentar, mas com tanto ataque ad hominem, não sobra muito para argumentar. Segundo o sujeito, devido a eu ser contrário ao fato de se transformar crianças em travestis, eu sou um otário de galocha, que prega o extremismo. Por quê o anônimo não diz também que eu sou feio, bobo e malvado?

Eu não consigo ver razão alguma para a sexualização de crianças. Seja com os sutiãs com enchimento que a Disney licenciou para crianças a partir de 6 anos de idade, seja para tratar crianças que nem sabem como os bebês nascem como transexuais enrustidos. Isso não é tratamento, é deformação!

Depois reclamamos das inúmeras perversidades sexuais que vemos por aí. Ademais, faço uma pergunta ao senhor anônimo: quem garante que essas crianças são mesmo homossexuais? E se alguém que vive no homossexualismo achar-se errado e quiser adotar um estilo de vida heterossexual? Essa pessoa vai ter apoio dos politicamente corretos ou tal "conversão" viola o dogma gayzista e deve ser combatida com unhas e dentes, independente da vontade da pessoa?

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Ajude a defender a Igreja! - http://www.defesacatolica.com.br/



4 comentários:

Anderson Ferreira disse...

sinto discordar de alguns, mas fala sério, é melhor ser católico que não ter religião, mas a igreja católica fez e ainda faz muita coisa errada.

Esta escrito que não se deve fazer imagens de divindades, e a Igreja católica não cansa de mostrar os seus santos petrificados em barro e ouro.

Veja o que diz este texto: http://andersontudocerto.blogspot.com/2009/09/7-igreja-catolica.html

Eu concordo plenamente

priscilagarcia disse...

Boa noite Fernando
Cristo ressuscitou, verdadeiramente...
Meu nome é Priscila, sou de Sao Carlos - SP, participo do caminho neocatecumenal na paroquia de Sta Isabel, estou na retradicion, muitas vezes viajo para Sao Paulo para o bairro de Lausane Paulista e gostaria de saber algumas paroquias e os endereços para que eu possa participar de alguma eucaristia, se possivel fico aguardando algum contato seu, priscilagarcia@ymail.com.

Desde já agradeço
Priscila

João Paulo disse...

Anderson Ferreira

Melhor ler baboseiras do que ser cego.

Se for para postar merdas, vc poderia despejá-las em uma horta!

Só uma cabeça deformado pelo protestantismo neopentecostal (que de inspiração divina nada tem) poderia postar tais asneiras.

Eduardo Araújo disse...

1. Anderson, o que tem a ver seu comentário com o assunto do post? Será que teu anticatolicismo já está tão fanatizado que você não perde uma oportunidade - mesmo quando inoportuna - de agredir os católicos?

2. Quanto ao post, o que mais ressaltou a mim, de quebra, foia incoerência bem típica da turminha do politicamente correto. O sujeito fala em extremismo e falta de argumentos e o que se vê no comentário dele? Apenas extremismo politicamente correto e absoluta falta de argumentos, partindo para o "ad hominem", bem ressaltado pelo Fernando. Na verdade, é pura birra infantilóide, esquizóide, como de quebra é toda a pretensa defesa do politicamente correto. Aliás, é onde mais se vêem "certezas" de bolso inculcadas nas mentezinhas pouco afetas à reflexão e totalmente hostis à auto-crítica. Exemplos assim me fazem ver que estou do lado certo: católico indisposto a ceder a pressões da engenharia social anti-religiosa esquerdista.