terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Incapacidade de ter vergonha de ser desmentido

Saudações queridos leitores!

Desde a madrugada que planejo escrever algo sobre a total e incompleta capacidade que certas pessoas têm de sentir vergonha de serem desmentidas. Vi que meu amigo Taiguara, do En Garde! escreveu um pouco sobre isso em seu blog, ao desmentir um jornalista comunista que escreveu um artigo sofrível sobre Boris Casoy e o Opus Dei.

Pois bem, fazendo coro a ele, venho aqui denunciar não apenas um comportamento, mas um método. Desde que iniciei o blog, recebo diversos comentários com mentiras que já foram exaustivamente refutadas sobre os mais diversos assuntos. Mas então, qual o motivo dessas calúnias ainda prosperarem?

Uma das causas dessas calúnias ainda serem perpetradas está em quem as repete. Muitas vezes os ataques partem de marxistas e comunistoides, verdadeiros pirralhos intelectuais que acham que todos são mais burros do que eles. Marx e sua filosofia são marcados por uma falta de apreço à verdade. É aquela velha máxima de que os fins justificam os meios. Para atacar um inimigo, não importa que o argumento seja verdadeiro, basta que se use o que puder para atacar. O desejo do ataque torna-se maior que o apreço à verdade.

É exatamente por essas coisas que muitas das calúnias contra Pio XII ainda são papagaiadas por aí por alguns ressentidos judeus que em alguns casos devem sua existência ao próprio Pio XII e por muitos comunistas, inimigos declarados da Igreja, que vivem com o propósito de tentar destruir a Imaculada Esposa de Cristo, fazendo o trabalho sujo das hordas de demônios de satanás.

Também é por isso que ainda hoje alguns associam o Opus Dei ao fascismo espanhol. Mas esses mesmos detratores não levam em consideração fatos, como a história de Antonio Fontán, um membro do Opus Dei opositor ao ditador Franco, que foi nomeado pelo IPI (International Press Institute) um dos cinquenta "Herois da Liberdade de Imprensa" no 50° aniversário da entidade, em maio de 2000. Também é ignorado o fato de Rafael Calvo Serer, membro do Opus Dei e opositor ao regime de Franco ter morrido em Paris no ano de 1988, exilado por sua oposição à ditadura.

Ainda há muitos outros testemunhos tanto da oposição de Pio XII ao nazismo quanto da oposição do Opus Dei e de São Josemaría à ditadura de Franco. Portanto, espero que os canalhas de plantão, quando tentarem caluniar novamente, ao menos pensem em refutar os fatos e a história.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Um comentário:

Thiago disse...

O objetivo de toda falácia esquerdista é agravar a DDRL dos contaminados ou incutir a DDRL nos sãos.