terça-feira, 4 de agosto de 2009

A caçada dos "tolerantes" começou... e as primeiras vítimas são os cristãos


Saudações queridos leitores!

Os anos avançam, mas as nossas conquistas retrocedem. Os "tolerantes", representados pelo Ministério Público, decidiram entrar com uma ação obrigando a União a retirar todos os símbolos religiosos das repartições públicas no Brasil inteiro. O argumento usado é o de que o Brasil, sendo um Estado Laico, não possui espaço para símbolos religiosos em suas repartições. O MP argumenta que "a ostentação de símbolos religiosos seria uma ofensa à liberdade de crença dos cidadãos".

O procurador geral dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, acredita que, ao manter símbolos religiosos de determinada religião em prédios públicos, todos aqueles que não são fieis de tal religião e até mesmo os que não são religiosos, são discriminados. Mais informações aqui.

Sinceramente, acho isso uma palhaçada, coisa de gente que quer aparecer. Ostentar um crucifixo em um local público, longe de ter a conotação religiosa que os detratores querem fazer crer existir, é um um traço cultural, resquício de nossas raízes, que um dia foram cristãs. Hoje, a despeito do que muitos falam acerca do Brasil ser o maior país Católico do mundo, creio que mal seja um país cristão, tamanha a devassidão que toma conta de nosso (des)governo e de nosso povo, salvo as exceções de praxe.

Exigir a remoção de um traço cultural e deixar passar outras coisas, como feriados religiosos e monumentos religiosos em lugares públicos é pura hipocrisia. Isso não é laicismo, é perseguição religiosa. O fato de um crucifixo ou uma Bíblia estarem em um ambiente público representa a crença da maioria, como deve ser em uma democracia. Há muito tempo que a Igreja não exerce mais influência sobre o poder secular no Brasil, pois se isso acontecesse, certamente a república dos bananas não estaria como está.

Que um fiel de alguma outra doutrina sinta-se desconfortável com símbolos religiosos, posso até entender, pois os protestantes, por exemplo, tratam as imagens sacras (incluindo crucifixos com a imagem de Nosso Senhor cruficicado) como ídolos, mas longe desse desconforto ser entendido como uma inergência da Igreja em assuntos estatais. Além do mais, a nossa Constituição menciona Deus em seu preâmbulo. Haverão os "defensores da liberdade" de exigir a expulsão de Deus também de nossa Carta Magna?

Mas o grupo que mais me intriga são os definidos como "quem não tem fé". Como podem eles se ofender com algo em que simpesmente não acreditam? Se eles pregam tanto que a religião não passa de superstição, de coisa sem razão, como podem ficar ofendidos com algo em que simplesmente não acreditam. Não faz sentido que eles combatam algo que acreditam não existir.

Portanto, a iniciativa, por mais pluralista e tolerante que pareça ser, é na verdade uma demonstração de intolerância, ignorância acerca do passado do próprio país e uma total prova de ingratidão para com a Igreja, que colaborou muito para o progresso do Brasil.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Nenhum comentário: