Cuidado com os deformadores da moral. Eles estão espalhados por todo lado e podem estar mais próximos do que você imagina. Eles estão inclusive em algumas pastorais na Igreja.
A situação é ainda mais escandalosa quando começamos a olhar os detalhes do trabalho. O material para a divulgação da "ética da borracha", já que o preservativo é tratado como mais que um meio de prevenção, mas como uma verdadeira nova moral é simplesmente grotesco. Um exemplo de frase usada na divulgação das campanhas é: "Use camisinha em toda relação sexual, seja ela vaginal, anal, ou oral. Reduza o número de parceiros (as) sexuais".
Nauseante!
Uma dessas malditas ONGs infiltradas na Igreja é a Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty, coordenadora da Pastoral da Aids no Centro-Oeste. Onde estão os superiores dessa religiosa, se ela ainda o for, para lhe impor a obediência que ela jurou à Igreja ao fazer seus votos?
Mais doloroso ainda é saber que essa pastoral é ligada à CNBB e já está distorcendo a moral em 118 dioceses no Brasil. Uma reportagem do jornal O Globo (não coloco o link porque a matéria é só para assinantes) atesta que essa verdadeira sucursal do inferno já formou mais de 13 mil agentes pelo país.
o Padre Valeriano Paitoni, do Instituto dos Missionários da Consolata, de São Paulo, coordena três casas de apoio e cuida de infectados que são filhos de mães HIV positivo. Sua fala para a mesma reportagem d'O Globo é uma dolorosa punhalada nas costas da Igreja. Segundo ele, a postura de uma igreja ou religião, qualquer que seja, não pode prevalecer sobre o bom senso. Dante Alighieri, em sua célebre obra, reservou o círculo mais central do inferno para os traidores, lugar que esse sacerdote já está reservando para si ao levar o rebanho de Cristo em direção à perdição. O "bom senso de borracha" do sacerdote nada mais é que uma ética vazia e claramente ineficaz, que insiste em permanecer em voga em nossos tempos.
A reação da CNBB não foi menos molenga. Dom Dimas Lara Barbosa, Secretário-geral da entidade afirmou que "Possivelmente esses padres querem dar sua contribuição. É um sinal de que o católico não está alheio a esse problema. Mas a solução é mais abrangente do que a distribuição de camisinha."
Não, Dom Dimas, a solução passa longe da camisinha! Ela passa pelo correto exercício da sexualidade humana, tão banalizada em nossos dias. Ela passa por um efetivo combate à erotização de nossas crianças com músicas que simulam o coito muitas vezes mais explicitamente que o próprio ato. A solução passa muito longe dessa idéia estúpida de que tudo é permitido desde que se use a maldita camisinha.
Enquanto a ética da borracha vigorar e essa total permissividade assolar a todos, estaremos caminhando a passos largos para a perdição.
Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.





























