sábado, 4 de outubro de 2008

Bento XVI relembra ensinamento da Humanae Vitae

Saudações queridos leitores!

O El Pais noticia que o Papa Bento XVI enviou uma mensagem sobre o quadragésimo aniversário da Encíclica Humanae Vitae, de Paulo VI, onde se trata dos aspectos referentes à regulação da natalidade. Na mensagem enviada pelo Papa, destaca-se a sua lembrança para a proibição do uso de métodos anticoncepcionais artificiais e a exortação para que os Católicos conheçam e usem mais os métodos naturais.

Como a reportagem é do El Pais (somente para assinantes UOL no link), podemos esperar de tudo. E os erros aparecem já no primeiro parágrafo.

""Os anticoncepcionais que impedem a procriação desvirtuam o sentido último do casamento" - foi o que lembrou ontem o papa Bento 16 em uma mensagem enviada a um congresso sobre o 40º aniversário da Humanae Vitae, encíclica em que Paulo 6º proibiu o uso da pílula para os católicos."

Acontece que a proibição dos métodos artificiais de contracepção já estavam proibidos desde antes da Encíclica. Para quem não sabe, os anticoncepcionais são mais antigos que a Humanae Vitae e desde o seu lançamento a Congregação para o Santo Ofício já apontava que eram ilícitos.

Logo depois, vemos um erro de tradução que deveria deixar qualquer revisor doido.

"Em outras palavras, o único anticoncepcional autorizado pela Igreja é o popularmente conhecido como "folhinha", que o papa define, de maneira muito mais culta, como "métodos de observação"."

Folhinha? E eu achando que folhinha era um jeito de se referir àqueles calendários que ficam pendurados nas paredes. Não é possível que a tradução do termo tabelinha por folhinha tenha passado pelos revisores! Deve ser coisa de estagiário, só pode! Mas como o erro é referente a uma reportagem sobre a Igreja, duvido muito que seja arrumado.

Outro erro da reportagem é que a tabelinha não é o único método aceito pela Igreja. Existem outros métodos baseados em observação das mudanças corporais no ciclo da mulher que também são aceitos e incentivados pela Igreja. Esses são os métodos de observação citados pelo Papa pela própria reportagem.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Semana Nacional da Vida

Saudações queridos leitores!

Eu sempre critico a CNBB e alguns de seus setores quando percebo que suas atitudes estão em desacordo com o que vem da Igreja. Mas também reconheço que eles se empenham de modo exemplar na luta pela vida. E é por isso que eu reproduzo abaixo a divulgação da Semana Nacional da Vida, promovida pela CNBB e pela Pastoral Familiar.

Semana Nacional da Vida acontece em outubro

Promovida pela CNBB e articulada pela Pastoral Familiar acontece entre os dias 1º e 7 de outubro, a Semana Nacional da Vida, cujo tema é “A Inviolabilidade do Direito à Vida”. O evento é fruto do compromisso assumido pelos bispos do Brasil reunidos na 43ª Assembléia Geral da CNBB, que aconteceu em 2005, em Itaici (SP).

Semana Nacional da Vida“O objetivo da Semana é celebrar anualmente o dia do Nascituro com a Semana de Defesa e Promoção da Vida, por meio de mobilização nas paróquias e dioceses de todo o país”, diz o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da CNBB, padre Luiz Antônio Bento.

A primeira mobilização para a Semana da Vida aconteceu no 12º Congresso da Pastoral Familiar, que aconteceu no Rio de Janeiro (RJ), no início do mês, de 5 a 7. Padre Bento lembra, também, que o evento vai ser divulgado em todas as comunidades do país, por meio de cartazes e folders. “O evento deve atingir todas as regiões para colocar em evidência o valor da vida e da dignidade humana que são bens inegáveis e inestimáveis”, diz o assessor.

Voltei. A CNBB tem se dedicado de maneira excelente à promoção dos valores familiares e em defesa da vida. Vários bispos têm dado uma especial atenção a esse tema. Com muito trabalho e com fé em Deus lutemos pela vida.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

35 brasileirinhos

Saudações queridos leitores!

Trago a vocês um texto elaborado pela Doutora Lenise Garcia, comentando o anúncio da primeira linhagem de células-tronco embrionárias produzida no Brasil. Fiquem com o texto abaixo.

Circula desde ontem [terça-feira] a notícia de que foi criada a BR-1, primeira linhagem brasileira de células-tronco embrionárias. Pode-se ler isso, por exemplo, aqui.

Para a obtenção desta primeira linhagem, 35 brasileirinhos foram imolados no altar da ciência. Sim, a ciência é hoje o ídolo que exige sacrifícios humanos para saciar o seu apetite, de saber, de lucro, de poder...

Não nego que possa haver também um sincero desejo de obter curas para pacientes com doenças degenerativas e outras. Mas é sabido que a grande promessa para essas curas não são as células-tronco embrionárias, e sim as adultas e as pluripotentes induzidas (iPS), como explica em lúcida entrevista a Dra. Cláudia Batista.

A obtenção dessa linhagem não traz novidade científica. Há mais de 10 anos faz-se isso em diversos países.

A derivação de neurônios e de outras células diferenciadas, a partir delas, também não será novidade.

O que seria uma grande novidade científica seria a obtenção de células realmente seguras para estudos clínicos em humanos, o que até hoje não existe, no mundo todo, a partir de células-tronco embrionárias.

Enquanto isso, 35 pequenos brasileiros e brasileiras foram transformados em material de experimentação, em lugar de viver a vida à qual tinham direito. Não temos o que comemorar.

Rezemos por esses 35 pequenos seres humanos mortos pela ciência, o grande deus do mundo contemporâneo.

Fiquem com Deus,
Fernando.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Ministério da Cultura concede Mérito Cultural à ABGLT

Saudações queridos leitores!

O Brasil é uma piada de mal gosto! Recebo por e-mail um link de uma reportagem que diz que o Ministério da Cultura vai conceder à ABLGT, Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travetis e Transexuais (qualquer dia eles se apossam do alfabeto inteiro) a Ordem do Mérito Cultural, como um reconhecimento por suas contribuições à cultura.

E eu pergunto: que contribuições? Incentivo ao comportamento imoral, à pederastia e à destruição da família se tornou contribuição à cultura? Instauração de uma verdadira ditatura gay é algum incentivo à cultura? Manipulação da justiça para silenciar vozes discordantes, o que tem de cultural nisso?

O que essa entidade faz nada mais é que incentivar a imoralidade, patrocinada por alguns intelectuais e com amplo apoio do governo petista. Eles criaram um clima de ódio e discriminação contra os heterossexuais e contra os próprios homossexuais. Com seu modus operandi truculento, só conseguiram gerar mais ódio contra os homossexuais. E esse mesmo ódio é contido com o uso e abuso de instrumentos jurídicos.

Sem contar na Parada Gay, o espetáculo maior da imoralidade que toma conta do Brasil. Um show de bizarrices que tenta exigir respeito aos homossexuais, mas acaba por fazer com que eles se desrespeitem ainda mais!

Grande contribuição à cultura...

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Opus Dei completa 80 anos de fundação

Saudações queridos leitores!

Hoje é um dia todo especial! O Opus Dei, Prelazia Pessoal fundada por São Josemaría Escrivá completa 80 anos de sua fundação. Hoje é dia de festa não só para os membros, cooperadores e simpatizantes da Obra, como a chamamos, mas é festa para toda a Igreja!

E eis que tenho uma grata surpresa. Um artigo de Dom Javier Echevarría, Bispo Prelado do Opus Dei é publicado na Folha de São Paulo! O artigo tem acesso restrito a assinantes, portanto o reproduzo na íntegra, conforme recebido. A fonte está aqui.

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TENDÊNCIAS/DEBATES

Uma semeadura de paz e de alegria

JAVIER ECHEVARRÍA

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Hoje se completam 80 anos da fundação do Opus Dei. Peço a Deus que essa parte da igreja cumpra sempre a missão que Ele lhe confiou
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HOJE COMPLETAM-SE 80 anos da data em que são Josemaria fundou -por inspiração divina, como afirmou João Paulo 2º- o Opus Dei. Por isso, elevo meu coração em agradecimento à Santíssima Trindade, que quis abrir um caminho de santificação no trabalho profissional e nas circunstâncias comuns da vida que pode ser percorrido por mulheres e homens de todos os tempos. O papa Bento 16, quando ainda era o cardeal Joseph Ratzinger, numa homilia pronunciada em 1992, afirmava que “Josemaria Escrivá considerou essa chamada não só algo dirigido a si mesmo mas, sobretudo, uma tarefa a ser transmitida aos demais: estimular a santidade e reunir para Cristo uma comunidade de irmãos e irmãs”.

Consciente dessa responsabilidade -continuava Ratzinger-, “viajou incansavelmente por vários continentes estimulando as pessoas a serem santas, a viver a aventura de serem cristãos, fosse qual fosse o lugar de cada um na vida. Assim, chegou a ser um grande homem de ação, que vivia da vontade de Deus e estimulava os outros a fazer o mesmo”.

A Santa Sé, ao outorgar, no pontificado de Pio 12, as primeiras aprovações canônicas ao Opus Dei, fez sua essa afirmação: “Qualquer membro do Opus Dei, onde quer que esteja, leva sempre consigo a paz de Cristo e a alegria, plena e estável, no Senhor e as oferece amistosamente a todos os homens de boa vontade: além disso, esforça-se por contagiar a todos, sem exceção, com essa paz e essa alegria, e impulsiona com suavidade cada um a aceitar e saborear esses dons tão suaves da bondade divina”.

Bento 16 afirmou que, para aquele que crê, a palavra “paz” é um dos nomes mais belos de Deus, um pai que deseja a concórdia entre todos os seus filhos. Ao dizermos “a paz esteja convosco”, desejamos que Deus esteja com todos e com cada um e cada uma.

Como Cristo -no dizer de são Paulo- é a nossa paz, esse desejo se manifesta em apresentar Cristo aos outros, ajudando-os a compreender que o relacionamento pessoal com Jesus, a amizade com Ele, traz à alma aquela alegria e aquela paz que o mundo não pode dar.

Fui testemunha de como são Josemaria não só pregava e difundia o evangelho da paz mas também o levava constantemente no coração. Não faltaram, no decorrer da sua existência, temporadas de risco à sua integridade física ou de inquietação espiritual pelo destino da igreja e da sociedade civil; no entanto, nunca o vi perder a serenidade nem deixar de fazer algo para comunicá-la aos outros.Estava convencido de que anunciar o evangelho trazia consigo, necessariamente, uma semeadura generosa de paz e de alegria e estimulava o encontro com Cristo, sempre com o máximo respeito pela liberdade das consciências. Sabia que essa tarefa é benéfica para a humanidade, também porque o conhecimento da doutrina de Cristo e o compromisso cristão aperfeiçoam a liberdade humana e nos predispõem a servir os outros.

Dar a conhecer Cristo é também uma semeadura de alegria. O gozo dos filhos de Deus não provém de circunstâncias exteriores favoráveis nem tem uma origem meramente psicológica. Como qualquer outra pessoa, o homem e a mulher de fé experimentam o cansaço e a doença, a dificuldade e a aflição, a dúvida e a contrariedade. Mas, em todas essas situações, sabem-se filhos muito queridos de Deus, são conscientes de que podem se apoiar n’Ele e, com sua ajuda, recuperar a alegria, se chegarem a perdê-la.

Mesmo a experiência da própria fraqueza espiritual não é incompatível com a alegria, porque sempre pode ser sanada pela misericórdia divina. A parábola do filho pródigo acaba com a festa do reencontro do amor.

O humano e o divino se entrelaçam na tarefa de evangelização cristã: a preocupação pelos demais, a caridade, o respeito à liberdade alheia. Assim o propunha, mais uma vez, são Josemaria na Argentina, em encontro com milhares de pessoas em 1974: “Semeiem a paz e a alegria por todos os cantos; não digam nenhuma palavra desagradável a ninguém; saibam caminhar com os que não pensam como vocês. Não se maltratem jamais; sejam irmãos de todas as criaturas, semeadores de paz e de alegria”.

Cada aniversário é uma oportunidade de olhar para o futuro. Ao se completarem agora 80 anos da fundação do Opus Dei, peço a Deus que essa pequena parte da igreja, que é a Prelazia da Santa Cruz e Opus Dei, cumpra sempre, no seio da sociedade civil, a missão que Ele mesmo lhe confiou em 1928: realizar nas almas uma semeadura generosa da paz e da alegria do evangelho, que impregne também as estruturas da sociedade, tornando-as mais humanas.

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DOM JAVIER ECHEVARRÍA , 76, doutor em direito civil e em direito canônico, consultor da Congregação para as Causas dos Santos e da Congregação para o Clero, é o bispo prelado do Opus Dei.

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

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São Josemaría Escrivá, rogai por nós!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Bispo discursa em Conferência de lésbicas e gays e participantes se retiram

Saudações queridos leitores!

Reproduzo abaixo uma reportagem do California Catholic Daily, traduzida pelo Frates In Unum. Volto depois.

Bispo discursa em Conferência de Lésbicas e Gays

Quando dois católicos do Sul da Califórnia souberam que o bispo coadjuntor de Sacramento, Dom Jaime Soto, seria a principal autoridade a discursar na conferência da Associação Nacional de Ministérios Diocesanos para Lésbicas e Gays em Long Beach, em 18 de setembro, eles decidiram assistir eles mesmos e ver e ouvir a palestra em pessoa. Eles disseram que o que testemunharam foi um bispo que “corajosamente, mas de maneira gentil” deu uma clara apresentação do ensinamento da Igreja sobre sexualidade.

Depois de California Catholic Daily reportar sobre os planos de Dom Soto de participar e discursar na conferência (“Birds of a feather?” Set. 15, 2008), muitos leitores expressaram desaprovação ou preocupação sobre como interpretar a decisão do futuro bispo de Sacramento. Dom Soto tomará posse da diocese do bispo William Weigand, que está se aposentando, em 30 de novembro. A Associação Nacional de Ministérios Católicos Diocesanos para Lésbicas e Gays, sediada em Berkeley, é uma rede de ministérios locais que tem a reputação de tomar, no mínimo, uma postura ambígüa sobre o caráter moral da homossexualidade e dos atos homossexuais.

Mas não houve nada de ambígüo nas advertências de Dom Soto ao grupo. “Relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo podem ser atraentes para homossexuais, mas elas desviam do verdadeiro significado do ato e o priva da verdadeira natureza do amor para o qual Deus chamou a todos nós”, disse Dom Soto. “Por essa razão, elas são pecaminosas. O amor conjugal é uma bela, heróica expressão do amor fiel, que gera a vida, que cria a vida. Ele não pode ser acomodado e manipulado por aqueles que acreditariam que podem e têm direito a imitar sua expressão única”.

Ao menos cinco membros da platéia retiraram-se durante o discurso do bispo. Quando ele terminou de falar, houve um silêncio geral – com apenas um pequenino número de pessoas aplaudindo.

O presidente da conferência então anunciou que o bispo responderia questões numa recepção que se daria em outra sala. Isso levou a diversas expressões de desaprovação dos membros da audiência, que disseram que queriam poder expressar suas respostas imediatamente. Foi acordado que aqueles que desejassem falar formariam uma fila. O bispo foi comunicado duas vezes pelo presidente que ele estava livre para sair, se quisesse – ou para ficar e ouvir. Dom Soto ficou e sentou-se calado ouvindo todas as respostas.

Uma série de cerca de oito discursadores vieram ao microfone expressar sua infelicidade com o que o bispo disse – e o que eles sentiram que ele não disse. Uma mulher disse, em essência, “Nós sabemos o que a Igreja diz. Nós queríamos que você falasse sobre o valor de nossas experiências vividas como mulheres lésbicas e homens gays.”

Dois deles – um homem e uma mulher – agradeceram ao bispo por seu discurso e expressaram sua concordância com o que ele tinha pra dizer. Enquanto os membros da audiência estavam respondendo às observações do bispo, um membro da diretoria da Associação Nacional de Ministérios Diocesanos Católicos para Lésbicas e Gays apareceu numa das mesas da sala e disse, “Em nome da diretoria peço desculpas. Não tínhamos idéia que Dom Soto iria dizer o que disse”.


Voltei.

Não tenho nem o que comentar. Bem, talvez só um pouquinho. Os meus parabéns ao Bispo de Sacramento não são por ele ter falado o que falou, já que ele simplesmente transmitiu fielmente a Doutrina da Igreja. Ninguém deve ser honrado por fazer o que se espera.

Mas sua coragem de adentrar a um ambiente tão inóspito e proferir a Doutrina de Cristo é admirável. Essa sua coragem deve ser reconhecida e servir de exemplo para todos os Católicos no mundo inteiro.

Parabéns a Dom Jaime Soto!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

ABAIXO-ASSINADO PELA VIDA

Saudações queridos leitores!

Trago um abaixo-assinado importante, peço que usem 5 minutos lendo este importante recado de Austin Ruse, presidente do Instituto da Família Católica e dos Direitos Humanos:

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29 de setembro de 2008

Caro amigo,

A ONU irá celebrar o 60° aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos no dia 10 de dezembro deste ano.

Para celebrar esta ocasião, grupos radicais pró-aborto pretendem apresentar à Assembléia Geral da ONU vários abaixo-assinados exigindo o direito universal ao aborto.

Os maiores, mais opulentos e mais poderosos grupos pró-aborto estão neste exato momento planejando seu ataque aos nascituros na Assembléia Geral.

Campanhas estão sendo promovidas hoje pela IPPF (International Planned Parenthood Federation) e pela Maire Stopes International, dois grupos que, juntos, são responsáveis por mais abortos do que qualquer outro grupo no mundo. Ambos os grupos são bastante estimados pelos poderes estabelecidos da ONU; e seus esforços em promover um direito internacional ao aborto são bem-vistos por muitos Estados Membros das Nações Unidas, talvez pela maior parte da burocracia da ONU, e por poderosas fundações norte-americanas que repassam milhões para promover o aborto na ONU e ao redor do mundo.

Nós precisamos pará-los em dezembro.

Eu estou escrevendo para lhe pedir que assine um abaixo-assinado exigindo dos Estados Membros da ONU, uma interpretação da Declaração Universal dos Direitos Humanos que proteja as crianças nascituras do aborto. Você sabia que a Declaração Universal exige o direito à vida? Você sabia que, hoje em dia, os comitês da ONU interpretam-na como favorecendo o direito ao aborto? Nós podemos pará-los.

Por favor, clique aqui para assinar o abaixo-assinado que nós iremos apresentar à ONU no dia 10 de dezembro, dia da celebração do 60° Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. No mínimo, precisamos alcançar o número de signatários que aqueles que defendem o aborto conseguirão. Eles irão apresentar milhares e milhares de nomes. NÓS PRECISAMOS ALCANÇÁ-LOS!

Para assinar o abaixo-assinado, clique aqui, e por favor, repasse esta mensagem para todos os teus familiares e amigos. Nossa meta é apresentar mais de 50 mil nomes à Assembléia Geral. Nós precisamos da tua ajuda desde já, para impedir os abortistas de fazerem seus planos progredirem na ONU.

Nós estaremos promovendo esta campanha pelas próximas seis semanas. Há tempo suficiente para fazer este abaixo-assinado chegar a todos os seus contatos, e ao redor do mundo inteiro. Este apelo é internacional. Por favor, ajude-nos.

Imagine o espanto estampado em seus rostos quando atirarmos sobre a mesa 50 mil nomes! Seja parte disso. Assine o abaixo-assinado aqui e faça com que esta mensagem se espalhe ao redor do mundo.

Sinceramente seu,

Austin Ruse
Presidente
C-FAM - Catholic Family & Human Rights Institute
(O único grupo pró-vida trabalhando exclusivamente nas políticas sociais da ONU.)

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Reproduzam em vossos blogs, enviem por e-mail, coloque link em vossos sites, enfim, vamos espalhar essa mensagem e ultrapassar os 50 mil desejados pelo Austin, com a graça de Deus, e a assistência da Virgem Santíssima, de São Miguel Arcanjo e de Santa Gianna Beretta Molla!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Parabéns pra você, nessa data querida...


Saudações queridos leitores!

Hoje é um dia especial! À meia-noite do dia primeiro de Outubro do ano passado, esse pequeno blog entrou no ar! Desde então eu descobri todos os prazeres e sacrifícios pelos quais um blogueiro passa. A primeira coisa que me veio à cabeça, pouco depois de iniciar os trabalhos foi "por que eu vou ficar escrevendo textos para os outros de graça?" Então eu descobri que um blog é como um filho, que você alimenta com textos e vê crescendo em audiência e credibilidade.

Nesse primeiro ano de vida, recebi 14.887 visitas únicas, um número de pessoas que eu nunca imaginei que conseguisse alcançar com meu apostolado tradicional. Muitas pessoas que frequentam já são conhecidos, entre os que admiram o humilde trabalho que eu faço e entre aqueles que se sentem incomodados a ponto de enviar coisas impublicáveis em minha área de comentários. Mas é vendo as pessoas que me atacam que eu percebo que estou na direção certa.

Queridos leitores, só tenho a agradecer pelo nosso primeiro ano de convivência, que espero que se prolonguem por muitos e muitos anos, em que eu prometo me dedicar ao máximo para trazer a vocês um pouco mais de informação de modo nada óbvio. Se o blog é o que é hoje, só tenho a agradecer a vocês!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

São Jerônimo

Saudações queridos leitores!

Hoje é dia de São Jerônimo, Doutor Máximo das Escrituras. E para que lembremos a data, trago uma reflexão de Bento XVI sobre o santo, que dedicou sua vida às Escrituras.

São Jerónimo

Queridos irmãos e irmãs!

Detemos hoje a nossa atenção sobre São Jerónimo, um Padre da Igreja que colocou no centro da sua vida a Bíblia: traduziu-a em língua latina, comentou-a nas suas obras, e sobretudo empenhou-se em vivê-la concretamente na sua longa existência terrena, não obstante o conhecido carácter difícil e impetuoso que recebeu da natureza.

Jerónimo nasceu em Strídon por volta de 347 de uma família cristã, que lhe garantiu uma cuidadosa formação, enviando-o também a Roma para aperfeiçoar os seus estudos. Desde jovem sentiu atracção pela vida mundana (cf. Ep. 22, 7), mas prevaleceram nele o desejo e a intercessão pela religião cristã. Tendo recebido o baptismo por volta de 336, orientou-se para a vida ascética e, tendo ido a Aquileia, inseriu-se num grupo de cristãos fervorosos por ele definido quase "um coro de beatos" (Chron. ad ann. 374) reunido em volta do Bispo Valeriano. Partiu depois para o Oriente e viveu como eremita no deserto de Calcide, a sul de Alepo (cf. Ep. 14, 10), dedicando-se seriamente aos estudos. Aperfeiçoou o seu conhecimento do grego, iniciou o estudo do hebraico (cf. Ap. 125, 12), transcreveu códices e obras patrísticas (cf. Ep. 5, 2). A meditação, a solidão, o contacto com a Palavra de Deus fizeram amadurecer a sua sensibilidade cristã. Sentiu mais incómodo o peso dos anos juvenis (cf. Ep. 22, 7), e advertiu vivamente o contraste entre mentalidade pagã e vida cristã: um contraste que se tornou célebre pela "visão" dramática e vivaz, da qual nos deixou uma narração. Nela pareceu-lhe ser flagelado diante de Deus, porque "ciceroniano e não-cristão" (cf. Ep 22, 30).

Em 382 transferiu-se para Roma: aqui o Papa Dâmaso, conhecendo a sua fama de asceta e a sua competência de estudioso, assumiu-o como secretário e conselheiro; encorajou-o a empreender uma nova tradução latina dos textos bíblicos por motivos pastorais e culturais. Algumas pessoas da aristocracia romana, sobretudo fidalgas como Paula, Marcela, Asella, Lea e outras, desejosas de se empenharem no caminho da perfeição cristã e de aprofundarem o seu conhecimento da Palavra de Deus, escolheram-no como sua guia espiritual e mestre na abordagem metódica aos textos sagrados. Estas fidalgas aprenderam também grego e hebraico.

Depois da morte do Papa Dâmaso, Jerónimo deixou Roma em 385, e empreendeu uma peregrinação, primeiro à Terra Santa, testemunha silenciosa da vida terrena de Cristo, depois ao Egipto, terra de eleição de muitos monges (cf. Contra Rufinum 3, 22; Ep. 108, 6-14). Em 386 permaneceu em Belém onde, por generosidade da fidalga Paula, foram construídos um mosteiro masculino, um feminino e uma estalagem para os peregrinos que iam à Terra Santa, "pensando que Maria e José não tinham encontrado onde repousar" (Ep. 108, 14). Permaneceu em Belém até à morte, continuando a desempenhar uma intensa actividade: comentou a Palavra de Deus; defendeu a fé, opondo-se vigorosamente a várias heresias; exortou os monges à perfeição; ensinou a cultura clássica e cristã a jovens alunos; acolheu com alma pastoral os peregrinos que visitavam a Terra Santa. Faleceu na sua cela, perto da gruta da Natividade, a 30 de Setembro de 419/420.

A preparação literária e a ampla erudição permitiram que Jerónimo fizesse a revisão e a tradução de muitos textos bíblicos: um precioso trabalho para a Igreja latina e para a cultura ocidental. Com base nos textos originais em grego e em hebraico e graças ao confronto com versões anteriores, ele realizou a revisão dos quatro Evangelhos em língua latina, depois o Saltério e grande parte do Antigo Testamento. Tendo em conta o original hebraico e grego, dos Setenta, a versão grega clássica do Antigo Testamento que remontava ao tempo pré-cristão, e as precedentes versões latinas, Jerónimo, com a ajuda de outros colaboradores, pôde oferecer uma tradução melhor: ela constitui a chamada "Vulgata", o texto "oficial" da Igreja latina, que foi reconhecido como tal pelo Concílio de Trento e que, depois da recente revisão, permanece o texto "oficial" da Igreja de língua latina. É interessante ressaltar os critérios aos quais o grande biblista se ateve na sua obra de tradutor. Revela-o ele mesmo quando afirma respeitar até a ordem das palavras das Sagradas Escrituras, porque nelas, diz, "até a ordem das palavras é um mistério" (Ep. 57, 5), isto é, uma revelação. Reafirma ainda a necessidade de recorrer aos textos originários: "Quando surge um debate entre os Latinos sobre o Novo Testamento, para as relações discordantes dos manuscritos, recorremos ao original, isto é, ao texto grego, no qual foi escrito o Novo Pacto. Do mesmo modo para o Antigo Testamento, se existem divergências entre os textos gregos e latinos, apelamos ao texto original, o hebraico; assim tudo o que brota da nascente, podemo-lo encontrar nos ribeiros" (Ep. 106, 2). Além disso, Jerónimo comentou também muitos textos bíblicos. Para ele os comentários devem oferecer numerosas opiniões, "de modo que o leitor cauteloso, depois de ter lido as diversas explicações e conhecido numerosas opiniões para aceitar ou rejeitar julgue qual seja a mais fidedigna e, como um perito de câmbios, rejeite a moeda falsa" (Contra Rufinum 1, 16).

Contestou enérgica e vivazmente os hereges que recusavam a tradição e a fé da Igreja. Demonstrou também a importância e a validade da literatura cristã, que se tornou uma verdadeira cultura já digna de ser posta em confronto com a clássica: fê-lo compondo o De viris illustribus, uma obra na qual Jerónimo apresenta as biografias de mais de uma centena de autores cristãos. Escreveu também biografias de monges, ilustrando ao lado de outros percursos espirituais também o ideal monástico; traduziu também várias obras de autores gregos. Por fim, no importante Epistolário, uma obra-prima da literatura latina, Jerónimo sobressai com as suas características de homem culto, de asceta e de guia das almas.

Que podemos nós aprender de São Jerónimo? Sobretudo, penso, o seguinte: amar a Palavra de Deus na Sagrada Escritura. Diz São Jerónimo: "Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo". Por isso é importante que cada cristão viva em contacto e em diálogo pessoal com a palavra de Deus, que nos é dada na Sagrada Escritura. Este nosso diálogo com ela deve ter sempre duas dimensões: por um lado, deve ser um diálogo realmente pessoal, porque Deus fala com cada um de nós através da Sagrada Escritura e cada um tem uma mensagem. Devemos ler a Sagrada Escritura não como palavra do passado, mas como Palavra de Deus que se dirige também a nós e procurar compreender o que o Senhor nos quer dizer. Mas para não cair no individualismo devemos ter presente que a Palavra de Deus nos é dada precisamente para construir comunhão, para nos unir na verdade no nosso caminho para Deus. Portanto, ela, mesmo sendo sempre uma palavra pessoal, é também uma Palavra que constrói comunidade, que constrói a Igreja. Por isso, devemos lê-la em comunhão com a Igreja viva. O lugar privilegiado da leitura e da escuta da Palavra de Deus é a liturgia, na qual, celebrando a Palavra e tornando presente no Sacramento o Corpo de Cristo, actualizamos a Palavra na nossa vida e tornámo-la presente entre nós. Nunca devemos esquecer que a Palavra de Deus transcende os tempos. As opiniões humanas vão e voltam. O que hoje é muito moderno, amanhã será velho. A Palavra de Deus, ao contrário, é Palavra de vida eterna, tem em si a eternidade, ou seja, é válida para sempre. Trazendo em nós a Palavra de Deus, trazemos também em nós o eterno, a vida eterna.

E concluo com uma palavra de São Jerónimo a São Paulino de Nola. Nela o grande exegeta expressa precisamente esta realidade, isto é, que na Palavra de Deus recebemos a eternidade, a vida eterna. Diz São Jerónimo: "Procuremos aprender na terra aquelas verdades cuja consistência persistirá também no céu" (Ep. 53, 10).

São Jerônimo, rogai por nós!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Holanda transforma crianças em transexuais

Saudações queridos leitores!

A Holanda é um país que sempre se destacou por ser celeiro de práticas absurdas. Eu sempre digo que não acredito no fundo do poço, mas fico cada vez mais surpreso quando vejo o quão fundo os holandeses conseguem nos mostrar ser possível ir.

Na Holanda, "especialistas" já acompanham a transformação de crianças a partir de 6 anos de idade em transexuais. Vejam um trecho da reportagem publicada no UOL, traduzida do El Pais:

"A explicação para a aparente precocidade dos menores que se sentem em um corpo estranho é dúbia. Por um lado, e ainda que o Catálogo de Doenças Mentais da Espanha continue incluindo os transexuais, as confusões sobre sua condição são cada vez menores. O aumento da informação ilustra o outro lado, com um ponto de virada na Holanda, no final do século passado. Um erro induziu a pensar que crianças a partir dos 12 anos eram operadas em Amsterdã, e muitas famílias buscaram ajuda. "Claro que não havia esse tipo de operação, mas quando comecei há duas décadas, meus pacientes tinham 16 e 17 anos. Hoje há menos tabu e mais informação e eles chegam com 12 ou 13 anos. De toda maneira, a idade é o de menos. Todos asseguram que sabiam desde muito cedo que viviam no corpo errado", diz Peggy Cohen, psicóloga clínica holandesa do Hospital da Universidade Livre de Amsterdã (que tem uma disciplina de Transexualidade e uma de Clínica do Gênero) e especialista em adolescentes transsexuais.

"Damos apoio psicológico às crianças pequenas, de 6 ou 8 anos, e a seus pais, e acompanhamos sua evolução de perto. Nessa idade é preciso descartar diferentes patologias, e comprovar se os gêneros são confundidos ao brincar ou se relacionar. O fato de uma menina jogar bola ou um menino brincar de boneca é bastante conhecido e nada problemático. Quando o desejo de mudar permanece, entre os 14 e 16 anos, podemos optar por administrar hormônios reversíveis. Temos 80 pacientes nessa fase e ninguém se arrependeu".".

O absurdo cometido não tem tamanho. Médicos estão trabalhando com aconselhamento com crianças a partir de 14 anos, tratando e incentivando uma mudança sexual em crianças que nem sequer sabem direito o que é a sexualidade e que podem estar sendo ludibriadas, tornando-se números para uma ideologia que, se seguida à risca, provocará simplesmente a extinção da raça humana!

Isso é imoral, é uma violência às consciências das crianças, que são bombardeadas com informação imoral e crescem com sua mentalidade distorcida, achando que o errado é o certo! É o cúmulo da falta de aceitação, a criação de pessoas que serão incapazes de aceitar uma situação em que se vejam incapazes de fazer as mudanças que desejam. É a relativização total dos conceitos, eliminando as definições de certo e errado, criando pessoas que não coneguirão aceitar pessoas que defendam pontos de vista diferentes e tentarão impor suas convicções aos outros. É a violação da natureza, a luta inútil do homem de ser seu próprio deus, iludindo-se, achando que a alteração do invólucro mudará a essência.

E o absurdo não atinge apenas a Holanda, mas também Canadá, Suécia, Itália, Estados Unidos, Bélgica, Reino Unido e Alemanha contam com centros especializados em destruição de identidades. Na Espanha o pioneiro é o de Málaga. Também há unidades em diversas fases de desenvolvimento em Astúrias, Catalunha, Madri, Valência e Extremadura.

Que Deus tenha piedade de nós.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Eutanásia é discutida na Colômbia. Prática é similar a um "assassinato legal"

Saudações queridos leitores!

A cultura da morte caracteriza-se por inverter os valores, travestindo o assassinato de inocentes, o descarte dos incapazes e o auxílio ao suicídio alheio de práticas supostamente humanas. Hoje todos sentimos um pouco dos efeitos de tal cultura. Seja pelo pouco caso que fazemos ao testemunhar a tragédia alheia, seja quando nos conformamos que se pratiquem atos imorais em nome de um "propósito", concordando com aquele velho jargão que diz que "os fins justificam os meios".

Uma das nefastas expressões da cultura da morte é a eutanásia. E a Colômbia está começando a caminhar para esse lado, em uma tentativa de promover dignidade aos doentes terminais. Tal iniciativa é por si só uma aberração moral, visto que quando a medicina é incapaz de curar um paciente, deve ser feito tudo o que está ao alcance para a atenuação do sofrimento nos momentos finais, não a eliminação do enfermo, que elimina a vida juntamente com o sofrimento.

O Estado tem o dever de proteger e cuidar de seus cidadãos doentes, não de eliminá-los como se fossem um estorvo. Mesmo quando algumas pessoas pedem pela própria morte, o que elas fazem em tal momento de desespero é simplesmente querer o fim do sofrimento e por causa de todo sofrimento que vivem em sua atual situação, acabam fazendo esse pedido como uma medida desesperada. Mas garanto, aposto os pinos do meu ombro que o que eles querem não é a morte, mas sim o fim de seu sofrimento e como acham que a morte vai proporcionar isso de maneira digna, optam por tal opção.

Uma das consequências interessantes da eutanásia pode ser observada na Holanda, quando a lei foi aprovada por lá: a legalização da eutanásia na Holanda criou um forte problema social, porque se perdeu a confiança nos hospitais e isso motivou que os idosos não queiram ir ao hospital pelo temor de que se seja administrada uma injeção letal. Por isso fundou-se uma organização, a NPV, que tem cerca de 100 mil afiliados que têm uma carteira que diz que o portador não quer ser internado em um hospital. Hoje em dia há idosos que literalmente fogem dos hospitais, causando ainda mais sofrimento àqueles que precisam de auxílio mas sabem que não podem recorrer ao local que deveria lhes dar cuidados, já que lá podem ser mortos.

A lei de eutanásia que se deseja aprovar na Colômbia ampara muitas outras barbaridades éticas, econômicas e sociais. Um exemplo, se poderia comprar um carro com o dinheiro do seguro do doente que recebeu a eutanásia. Por trás do "para que não sofra" pode esconder-se o "porque para mim é incômodo", "tenho dó", "quero escapar dessa responsabilidade". O projeto também não prevê que médicos contrários exerçam seu direito de objeção de consciência, trazendo graves riscos legais para os profissionais que por suas convicções não aceitem assassinar um debilitado.

Que Deus nos livre da cultura da morte!

Mais informações em ZENIT.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Polícia do Vaticano integrará a Interpol

Saudações queridos leitores!

A Gendarmeria (polícia) Vaticana integrará oficialmente os quadros da Interpol, organização que reúne diversos corpos de polícia do mundo inteiro. O Secretário-Geral para o Governo da Santa Sé, Dom Renato Boccardo, assinará em São Petesburdo o protocolo de adesão da Gendarmeria Vaticana. O anúncio foi feito no último sábado, dia de São Miguel Arcanjo, padroeiro da Guarda Vaticana.

As negociações não são recentes. Desde o final de 2006 a Guarda Vaticana já participa dos encontros dos chefes de polícia dos países da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE). Também existem estudos para um projeto de cooperação entre as polícias vaticana e italiana, dado o crescimento do crime.

A Gendarmeria foi criada em 1816, quando Pio VII, para reestruturar os serviços de ordem pública, de segurança e de polícia judicial já existentes no Estado Pontifício, criou o Corpo dos Carabinieri Pontifici, denominação que Pio IX trocou em 1850 por Veliti Pontifici, e que depois passou a ser «Gendarmaria Vaticana».

A principal tarefa do corpo militar é cuidar da segurança e da ordem pública, levar a cabo as tarefas institucionais da polícia, incluindo a custódia das fronteiras, assim como da polícia judicial e tributária, para a segurança dos lugares e das pessoas.

Atualmente, a gendarmaria conta com 160 guardas, todos de nacionalidade italiana. Entre eles há pessoas altamente especializadas em ações antiterroristas, anti-sabotagem e em todas as atividades de prevenção. Há também especialistas no setor informático e na vídeo-vigilância.

Em território italiano, a proteção do Papa está garantida pela Inspetoria Geral de Segurança Pública, perto do Vaticano. Fora da Itália, a gendarmaria colabora com a polícia dos diferentes países que hospedam o Papa em suas viagens.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Cristãos da Índia são atacados por radicais hindus

Saudações queridos leitores!

Na Índia, terra de Gandhi, tido como um dos ícones da tolerância, do respeito e da não-violência, os cristãos estão sendo duramente atacados por radicais hindus, em uma onda que já deixou vários indianos mortos e igrejas profanadas pelo país.

Em um comunicado difundido pela agência AsiaNews na sexta-feira passada, 26 de setembro, o Cardeal Varkey Vithayathil, presidente da Conferência Episcopal da Índia, em nome de todos os prelados do país, acusa formalmente os grupos radicais hindus pela tragédia, e pede que estes grupos sejam ilegalizados. Tais grupos estão se reunindo de maneira organizada para atacar os cristãos, suas casas e suas igrejas. Segundo o Cardeal Varkey Vithayathil, esses grupos se reúnem com o nome de Hindutuva, mas também há outras denominações.

O Cardeal também lamentou a forma apática com que o Governo tem agido para tentar dar segurança aos cristãos. O governo continuou assegurando que tudo está dentro da normalidade e que a segurança era perfeita. Mas quando foi criticado, desculpou-se dizendo que era incapaz de controlar as gangues que destruíam as propriedades eclesiais e atacavam os religiosos e a população cristã.

Os grupos radicais acusam os cristãos os acusam de proselitismo e da promoção de conversões forçadas e usam tais acusações como justificativa para seus atos de violência. A Igreja da Índia rejeita de maneira contundente tais acusações, lembrando que conversões forçadas, baseadas em recompensas em em engano (omissão ou deturpação da Verdade), são contrárias à Doutrina da Igreja.

Os prelados mostram sua convicção de que «as acusações de promover conversões forçadas são uma estratégia que esconde o interesse de negar os serviços cristãos de saúde, educação, emancipação da pobreza e desenvolvimento aos grupos mais abandonados».

Oremos pelos cristãos da Índia.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

domingo, 28 de setembro de 2008

Evangelho de Domingo - 26° Domingo do Tempo Comum

Saudações queridos leitores!

Segue abaixo o Santo Evangelho desse domingo, dia do Senhor, com comentários de Clemente de Alexandria.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.

Evangelho (Mt 21, 28-32 (26º Domingo do Tempo Comum))

28Mas que vos parece? Certo homem tinha dois filhos. Chegou-se ao primeiro e disse-lhe "Filho, vai hoje trabalhar na vinha". 29Ele respondeu: "Vou sim, senhor"; mas não foi. 30Chegou depois ao segundo e disse-lhe a mesma coisa. Ele respondeu: "Não quero"; mas depois arrependeu-se e foi. 31Qual destes dois fez a vontade do pai? O último, responderam eles. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no Reino de Deus. 32Porque veio a vós João, no caminho da justiça, e não crestes nele. Os publicanos, porém, e as meretrizes creram nele. E vós, vendo isto, nem assim vos arrependestes depois, crendo nele.

Palavra da Salvação.

Comentário ao Evangelho do dia feito por Clemente de Alexandria (150 - c.215), teólogo.

Homilia «Que rico será salvo?», 39-40

«Os cobradores de impostos e as meretrizes vão preceder-vos no Reino de Deus» As portas estão abertas a todo aquele que, em sinceridade, com o coração, se voltar para Deus, e o Pai recebe com alegria um filho que verdadeiramente se arrependa. Qual é o sinal do arrependimento verdadeiro? Não voltar a cair em velhos erros e arrancar do coração, pela raiz, os pecados que nos punham em perigo de morte. Quando estes estiverem apagados, Deus virá habitar-nos. Porque, como diz a Escritura, um pecador que se converte e se arrepende encontrará no Pai e nos anjos do céu uma imensa e incomparável alegria (Lc 15,10). Eis por que o Senhor disse : «Eu quero a misericórdia e não os sacrifícios » (Os 6, 6; Mt 9,13); « Não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim na sua conversão » (Ez 33,11). «Mesmo que os vossos pecados sejam como escarlate, tornar-se-ão brancos como a neve. Mesmo que sejam vermelhos como a púrpura, ficarão brancos como a lã.» (Is 1, 18).

Só Deus, de facto, pode remir os pecados e não imputar erros, ainda que o Senhor Jesus nos exorte a perdoar, em cada dia, aos irmãos que se arrependem. E se nós, que somos maus, sabemos dar coisas boas aos outros (Mt 7,11), quanto não será capaz de dar «o Pai das misericórdias» (2 Cor 1,3)? O Pai de toda a consolação, que é bom, cheio de compaixão, de misericórdia e de paciência por natureza, espera os que se convertem. E a verdadeira conversão supõe que deixemos de pecar e que não olhemos mais para trás [...]. Lamentemos amargamente, pois, os erros cometidos e peçamos ao Pai que os esqueça. Ele pode, na sua misericórdia, desfazer o que foi feito e, com o orvalho do Espírito, apagar as nossas faltas passadas.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.