Saudações queridos leitores!
Poucos dias atrás presenciamos, com um grande alarde da mídia, a Parada do Orgulho Gay em São Paulo. Essa parada representa as reivindicações não dos homossexuais, mas sim dos gays. Pode não parecer, mas existe uma diferença entre as pessoas qualificadas por esses dois termos. Por homossexual, devemos entender aquelas pessoas que possuem o desejo por outras pessoas do mesmo sexo. Agora, o gay, esse é o homossexual militante, que levanta aquela bandeira de arco-íris e que milita em prol da ditadura gay que se instala aos poucos no Brasil. Esses não se contentam em exercer a sua sexualidade como bem entendem, entre quatro paredes, como fazem maioria absoluta das pessoas, eles querem que sua sexualidade seja conhecida, aceita e aplaudida, até mesmo por quem discorda dela. Mesmo que as pessoas tenham o direito de discordar da conduta dos homossexuais, os mesmos não aceitam tal discordância e fazem de tudo para calar toda e qualquer voz contrária, mesmo que seja pelos meios mais sujos, conforme foi mostrado no artigo do Mídia Sem Máscara, que foi reproduzido aqui.
Essa fúria homossexual é freqüentemente descarregada com especial força sobre a Igreja Católica. A simples oposição ao ato homossexual é taxada de homofobia, reacionarismo, e vários outros termos pejorativos. Mas esses mesmos militantes não percebem que são contaminados por uma "catolicofobia", que faz com que eles ataquem a Igreja de modo exatamente igual ao que eles acusam a Igreja de atacá-los. É uma mentira grotesca que a Igreja discrimina os homossexuais. Mas é uma verdade que a mesma Igreja reprova seu comportamento, do mesmo jeito que reprova o adultério e a fornicação dos heterossexuais, o roubo, o falso testemunho e tudo mais que vá contra a Lei de Deus. Falarei mais sobre isso adiante.
Numa sociedade pluralista (pleonasmo inventado por sociólogos moderninhos) espera-se que os homossexuais tenham garantidos o respeito que lhes é devido, mas que estes também respeitem determinados parâmetros e não façam as pessoas aceitarem de forma agressiva seu modo de ser. Penso por exemplo, que a chamada "Parada do Orgulho Gay" atrai muito mais antipatia do que simpatia à causa,se é que podemos chamá-la assim.
A homossexualidade existe assim como muitos outras formas se sexualidade. Isso não quer dizer que sejam todas elas lindas e maravilhosas. Penso,por exemplo, por qual razão a Parada e seus organizadores valorizam tanto comportamentos neuróticos como o fetiche,o sado-masoquismo e mesmo a pedofilia. Poderia ser uma "parada" bem menos aberrante.
Ocorre que quando a Igreja se posiciona a respeito dessas questões,ela tida por "Homófoba"(outro neologismo). Ora homófobo é aquele indivíduo que odeia o homossexual simplesmente por ele existir, sem importar-se com seu caráter, profissão e fé. É quem agride agride fisicamente e impede o acesso ao trabalho.
A Igreja, em seu Catecismo nos pede que acolhamos os gays, homossexuais ou seja lá o nome que se queira dar. Mas ela também tem suas diretrizes em relação a esse comportamento. O fato de ela não aceitar a união entre homossexuais é simples. Para nós, católicos,casamento é firmado pelo Sacramento do Matrimônio, o qual é voltado ao homem e a mulher. Simples assim. Para a Igreja Católica e para seus fiéis, a família se baseia nesse princípio. Entendemos por experiência milenar que uma criança encontra seu bem estar em famílias assim estruradas, salvo casos de viuvez ou abandono do lar por parte de um dos cônjuges. Se encontramos esse modelo muitas vezes doente, não é culpa da Igreja.
Vejo também com muita apreensão as atitudes do Luiz Mott, líder do Grupo Gay da Bahia. Em cada esquina ele vê um uma atitude de homofobia ou um homossexual enrustido. Mesmo entre os ativistas mais ferrenhos há uma atitude agressiva de patrulhamento segundo a qual TODOS os homossexuais deveríam apoiar incondicionalmente a causa. Lembro-me uma vez das críticas que fizeram ao cantor Ney Matogrosso porque ele não participava do movimento. Este artista sempre deixou clara sua homossexiualidade mas também que não queria levantar bandeiras. Foi criticado por preferir auxiliar em causas mais urgentes como o tratamento da hanseníase.
Então pergunto: de onde vem a intolerância? Será que é tudo lindo nesse movimento que quer transformar a sociedade de acordo com aquilo que um certo grupo pensa? E que ainda distorce questões profundas e embasadas como a visão da Igreja diante de tudo isso?
Pense no quesito "adotar crianças", por exemplo. Uma criança não precisa somente de amor, mas também de modelos:o masculino e o feminino. Nem sempre isso é possível, sabemos; a criança pode ser órfã, ser criada pela mãe, pelo pai, um tutor ou orfanato. Mas espera-se que existam outras figuras que as substituam no universo familiar e social da criança. E ainda pergunto: que tipo de homossexuais poderíam adotar uma criança? Teria ela boas condições de ser criada por um travesti, um transformista? Por mulheres masculinizadas? Nessa situação, a Justiça deveria fazer discriminações?
Onde se encaixariam os valores religiosos? Não seria no mínimo estranho e contraditório esses "pais" batizarem e ofecer-lhe a fé cristã, nessas condições?
Como se vê são muitos desejos sem se pensar ao menos em conseqüências. Fruto de um mundo imediatista."Quero isso agora,e pronto. Quem é contra é criminoso, intolerante, atrasado, medieval, reacionário!".
Diante disso tudo, é que penso na Igreja como uma senhora "com dois mil anos de janela". Já viu muita coisa, alertou a respeito de muitas outras. Portanto pode com muita autoridade nos advertir quanto aos rumos que estamos dando à nossa sociedade.
Dando continuidade: O que dizer da chamada "Cultura Gay" que a mídia procura disseminar entre adolescentes? Observa-se uma crescente experimentação de comportamento homossexual entre certos grupos e "tribos". Isso é propaganda e jovem compra, mesmo não havendo uma orientação claramente homossexual nele. E a sociedade não deveria reagir a isso? Os pais? Assistam meia hora da MTV e vejam o que de lá se aproveita...Tais experimentações por parte dos jovens não poderão custar alto demais no futuro? Quais? Pensemos somente na questão da identificação: Quem sou? Do que gosto? Mas talvez para os defensores da liberdade sem limites tudo seja válido. Só posso garantir que sessões de psicoterapia não são baratas.
Outra questão: o que dizer do tal "selo de qualidade gay" para estabelecimentos comerciais? Ora, uma loja deve atnder delicadamente a qualquer cliente seja ele negro, oriental, judeu, umbandista, ateu, petista, hetero ou homossexual. Mas seja quem for o cliente, ele também deve saber respeitar o estabelecimento e por extensão, outros clientes que estejam no local. Se é incoveniente um beijo escandaloso de dois jovens namorados numa loja de sapatos, o mesmo também é para dois homens, duas mulheres ou homem e um cachorro (sim,há muita coisa hoje por aí que a gente ainda vai ver). Mas se alguém reclama, é intolerante preconceituoso, medieval(!).E com isso tudo, esse selo quer também o que? Dizer que o comerciante apóia a causa? Causa-me espanto que apoiar certas causas não tem mesmo qualquer ligação ideológica.
O comportamento homossexual é algo que, se for seguido por toda a população, levaria a nossa raça à extinção.
Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.