terça-feira, 21 de outubro de 2008

Leonardo Boff é barrado em encontro franciscano. Mas e quem o convidou?

Saudações queridos leitores!

Leonardo "Genésio" Boff, nosso conhecido heresiarca foi convidado para um encontro em Brasília sobre os 800 anos do carisma de São Francisco. Sua participação, que nunca deveria ter sido cogitada, foi cancelada de última hora. A presença do notório comunista foi cortada graças à pressão de Dom João Braz de Aviz, Arcebispo de Brasília e da Nunciatura Apostólica no Brasil.

Alguns dos franciscanos do encontro não gostaram da atitude e atacaram a Igreja por defender, quem diria, a fé da Igreja! Um frei colombiano, Luis Patinho, disse que “é uma discriminação de gente que não pratica o Evangelho. Na Igreja, todos temos o direito de falar”, esquecendo-se de que Leonardo Boff já não faz parte da Igreja há muito tempo e se tem alguém nessa história que não pratica o Evangelho (aquele deixado por Cristo, pelo menos), é Boff e sua turma.

Mais que isso, um grupo de intrépidos franciscanos prometeu entregar uma carta de repúdio à postura da Igreja de defender seus filhos das ciladas diabólicas de Leonardo Boff. A irmã Guiomara Godoi, de Curitiba, reclamou que “ee certo modo, o que ocorreu foi uma censura. Por mais que ele (Leonardo Boff) tenha deixado a Igreja, continua sendo franciscano”. Não sei o que ela entende por ser franciscano, mas que eu saiba, o carisma que São Francisco de Assis nos deixou não menciona nada sobre aderir a heresias e permanecer franciscano.

A presença de Boff, um notório inimigo da Igreja em um evento da própria Igreja é uma afronta. Mas ainda pior é quem, estando dentro da Igreja, teve a infeliz idéia de convidar um herege para espalhar seu veneno entre o rebanho de Cristo. Por essas e outras iniciativas é que a Igreja tem tantos problemas, pois além de ter que lidar com as perseguições de fora, tem que aturar os ataques de quem está em suas próprias linhas.

Uma das coordenadoras do encontro, Irmã Maria Fachini, fez questão de deixar claro que, apesar do mal-estar provocado, a “prensa” em Boff não atrapalhou o andamento dos trabalhos. “Ele (Leonardo Boff) já está acostumando com isso. E o carisma franciscano é maior que essas coisas”, argumentou. No entanto, ela não conseguiu esconder a decepção: “Foi um ato de autoritarismo. São Francisco respeitava as diferenças”.

A fala da Irmã logo acima está recheada de verdadeiras barbaridades. Em primeiro lugar, ela trata o carisma franciscano como se fosse uma ode ao apoio aos erros. "O sujeito pode pregar o fim da Igreja e a instalação de uma ditadura comunista no Brasil, transformando o país em uma versão mais sangrenta de Cuba, mas se for franciscano, tudo bem", deve ser o que essa gente pensa. Não! São Francisco de Assis, se estivesse vivo para ver isso, certamente censuraria e combateria tal disparate, como foram combatidos os chamados "franciscanos espirituais" (pesquisem mais para saber).

Além disso, ela apela para essa baboseira de respeito às diferenças. Respeitar a diferença não quer dizer que eu tenha que tolerar alguém pregando uma ideologia que me é claramente errada em minha casa. Quero ver se em nome do tal respeito às diferenças se essa irmã se dispõe a pregar sobre direitos humanos na Praça da Paz Celestial ou então no centro de Havana. Aposto os pinos do meu ombro como ela levaria um tiro antes de dizer três palavras.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

6 comentários:

William Murat disse...

Caro Fernando:

PAX!

Santo Padre Pio daria um safanão nestes tipos...

Parabéns a D. João Braz de Aviz! Teve uma atitude digna de um sucessor dos apóstolos.

[]´s

Christiane disse...

Caro Fernando

Adorei o texto! E a postura!
Eu luto pela inclusão e respeitar as diferenças não é esse "oba oba" que estão formentando...

Deus nos ajude!

Grande abraço.

Chris

Anônimo disse...

Nunca vi nada tão ridiculo quanto esse texto do senhor Fernando. Chamar Leonardo Boff de comunista e inimigo da Igreja. Coisa mais fora de moda. Discurso da época da ditadura. Este cara não é diretor da TFP? Flavío

Anônimo disse...

Caro Fernando,
Após a leitura do seu texto, pude enfim entender o motivo da foto que ilustra seu Blog e entender também o "Jeito como você vê o mundo".
Apenas alguém com um saco de papel no lugar da cabeça poderia escrever tal excremento, (já me desculpando por ofender o excremento).

Em uma religião permeada de escândalos de pedofilia e homosexualismo perpetrados pelos sacerdotes, onde a única providência que a Cúria toma é transferir os seres abjetos para continuarem com suas atrocidades em outras paróquias onde ainda não são conhecidos, vir você falar de maneira tão desrespeitosa do senhor Leonardo Boff é muita hipocrisia.
Mas hipocrisia é a liga que forma essa religião de hereges, pois mencionar São Francisco de Assis, relacionando-o com essa seita de pederastas é uma afronta a ele também.
Porque você, em vez de fazer um texto sobre o Leonardo boff, não se preocupou em fazer um similar sobre esse Papa nazi-facista e cruel inquisidor que vocês elegeram para dirigir os homo-pedófilos?
Se recicle meu amigo.

RVGarcia disse...

Prezado Fernando,
Não o conheço, mas, concordo com todas as suas palavras.

Não querem seguir a religião de Cristo, é um problema de quem não quer, portanto, não venham colocar baratas na casa de Deus, mas coloquem na sua.

Chamar de igreja de pederastas, pedófilos demonstra a total descontinuidade do cérebro com o corpo...porque o cérebro deste possível anecáfalo, já pertence a mídia, a blogs de pseudos-corajosos e outros BBBs que ficam a viver a custa de outros farantulescos imbecis.

Parabéns meu caro, que nossa Senhora vos proteja neste desafio.
Não precisa deixar o saco na cabeça não...A coragem nos é obrigatória!

Ad Majorem Dei Gloriam,

RVGarcia

O Curinga de Buzios disse...

Talvez ninguem leia meu comentario, já que esse texto é de 2008, mas eu preciso comentar. Nunca li tanta idiotice junta, tano desse senhor dono do blog quanto dessas crianças que comentaram concordando com as opiniões infelizes desse saco de papel.