quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Lei sobre saúde sexual coloca em risco o povo panamenho

Saudações queridos leitores!

O Arcebispo panamenho Dom Dimas Cedeño enviou uma carta à Assembléia Nacional do Panamá em que lamenta a continuidade da tramitação de um Projeto de Lei que trata de matéria sexual e saúde reprodutiva que trará vários problemas de ordem moral e familiar ao país.

Segundo o Arcebispo, o texto, em seu artigo 6, reconhece a todos, inclusive aos menores, o direito de tomar decisões autônomas, livres e responsáveis sobre sua sexualidade e reprodução, ainda que muitas conseqüências deste exercício tenham impacto sobre a família. Esta autonomia dos menores está fortalecida pelo artigo 28, que prevê, sem exceções, o direito à confidencialidade aos usuários dos serviços de saúde. Tais disposições, que não limitam uma idade mínima, permitem a menores que recorram a procedimentos ligados à sexualidade que podem trazer graves conseqüências físicas e psíquicas, como esterelização e aborto. O texto também traz em seu artigo 16 a afirmação de que qualquer pessoa, independente da idade, pode escolher ter ou não descendência, sem maiores explicações.

O texto também introduz no país a nefasta ideologia de gênero. Essa ideologia, que contradiz os fatores biológicos humanos diz que ser homem ou mulher não é uma questão fundamentada na natureza, mas sim uma escolha de qualquer pessoa. Tal pensamento permitiria transitar entre os gêneros conforme fosse conveniente a cada um.

Enquanto isso, o projeto deixa de fora temas relevantes da sociedade, como pornografia e prostituição, que influenciam e desorientam negativamente as mentes ainda em formação dos mais jovens e incautos.

O prelado lamenta que o projeto continue em tramitação e pede que seus pontos sejam discutidos de forma mais aberta pela sociedade.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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