sábado, 11 de outubro de 2008

Aborto é morte, não adianta fechar os olhos.

Saudações queridos leitores!

Eu não gosto de escrever sobre o que abortistas fazem. Não gosto dessa gente. Seus métodos me dão enjôo. Mas infelizmente eles são um perigo para nossa sociedade e eu não posso me omitir em relação ao que eles fazem em nosso mundo para tentar instalar a cultura da morte.

Nos Estados Unidos o aborto é permitido desde 1973 por causa de uma decisão da Suprema Corte daquele país. É o famoso caso Roe x Wade. Ainda assim, vários estados fazem tentativas para tentar conter a onda de abortos que assola o país. O estado de Oklahoma, seguindo exemplo de Alabama, Louisiana e Mississipi, aprovou uma lei que obriga as mulheres que desejam assassinar os filhos que carregam em seus ventres a passar por um exame de ultrassom ao qual elas assistem e que o médico descreve o que aparece na tela do aparelho. Essa iniciativa tem como objetivo sensibilizar as mulheres, ao mostrar que o que elas carregam em seu ventre é uma vida nova.

Pois bem, um grupo que diz ser defensor dos direitos das mulheres, mas que na prática apenas defende a morte já começou a protestar e levou o caso à Justiça americana, alegando, acreditem: invasão de privacidade, risco de saúde e ameaça à dignidade da mulher.

Argumentação asquerosa. Ao alegar que o exame viola a privacidade, de quem elas estão falando? A privacidade da mãe não é violada, visto que o exame é feito para que se veja o feto em seu ventre, que é um ser totalmente distinto, apesar de estar no ventre da gestante. Se tal exame fosse uma invasão de privacidade, teríamos uma onda de invasões de privacidade em massa acontecendo mundo afora.

Quanto ao risco à saúde, só tenho a lamentar que alguém use um argumento tão vil para tentar matar outro. Que risco um exame de ultrassom traz à saúde? Se o exame tivesse algum risco a ser considerado, não seria aplicado em praticamente todas as gestantes do mundo e não seria procedimento obrigatório em qualquer acompanhamento pré-natal mundo afora. O maior risco que esse exame pode causar é a sensibilização da mulher e a preservação da vida do bebê. Realmente, para essas abortistas infernais a vida é uma coisa muito ruim.

A dignidade da mulher é evocada toda vez que se quer justificar violência contra nascituros indefesos. Mas até hoje jamais me explicaram como a dignidade da mulher é afetada quando ela segue a sua própria natureza e perpetua a espécie humana. Também não me explicam como raios o assassinato de um inocente ajuda a preservar a dignidade da mulher. É vergonhoso ver que ainda há pessoas que deturpem de tal forma o sentido da dignidade em nome do egoísmo e da imposição de sua vontade sobre valores que são muito superiores.

Os abortistas, ao querer evitar a aprovação de tal lei buscam livrar as suas consciências do peso de matar uma vida. Eles acham que, se ninguém olhar para o nascituro que está prestes a ser assassinado por não ter feito nada, aquela vida jamais existiu. Eles não conseguem enganar suas consciências e por isso ficam tentando se isolar. A tentativa de barrar a lei nada mais é que uma tentativa de não encarar a realidade.

E a realidade é: aborto é pior que assassinato. Apesar de que há morte em ambos os acontecimentos, os motivos do aborto são os mais torpes que existem.

Que Deus nos livre da maldição do aborto!

Fiquem com Deus,
Fernando.

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