terça-feira, 16 de setembro de 2008

STF realiza última audiência (de cartas marcadas) sobre aborto de anencéfalos

Saudações queridos leitores!

Nessa quarta-feira acontecerá a última audiência pública convocada pelo STF para debater o assassinato de anencéfalos. Entre as pessoas que serão ouvidas, está Nilcéia Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, que defenderá o "direito" da mulher de terminar com uma vida que está em seu ventre.

De acordo com a Ministra, impedir o assassinato de um inocente é um ato de violência, enquanto permitir a morte de um anencéfalo deve ser considerado um progresso. Essa mentalidade bárbara me dá asco!

Defendendo a morte também esrará a socióloga (tinha que ser!) e professora do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Eleonora Menecucci de Oliveira, que representará o Conectas Direitos Humanos e Centro de Direitos Humanos (CDH). Para ela, um feto deficiente não tem dignidade, pois seu assassinato é uma questão de preservação da dignidade da mulher. Como se o nascituro, por ser menos perfeito, seja menos humano.

Também será ouvido o psiquiatra Talvane Marins de Moraes, representando a Associação Brasileira de Psiquiatria, de quem não tenho nenhuma pista da opinião.

Acompanhando a reportagem do Estadão, vejo a tamanha má vontade dos representantes da Justiça e até mesmo de quem redigiu a reportagem. Ao citar a Doutora Elizabeth Kipman Cerqueira, que é favorável à vida, a referência é a seguinte:

"Os que são contrários ao aborto nesses casos defendem que o direito à vida é inviolável. A posição contrária, levantando argumentos religiosos, deverá ser defendida pela médica Elizabeth Kipman Cerqueira, da Santa Casa de São Paulo e do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis."

É uma tática deles. Eles batem no peito bradando a laicidade do Estado e acusam qualquer argumento contrário a seus anseios de ser religioso. Assim tentam desmoralizar os interlocutores, ignorando os pronunciamentos, por mais científicos que sejam, rotulando-os de religiosos e usando a laicidade do Estado de forma deturpada para calar as vozes contrárias. É uma verdadeira máquina de desmoralizar oponentes.

Que Deus nos livre da maldição do aborto!

Fiquem com Deus,
Fernando.

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