quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Petição em favor da Vida

Saudações queridos leitores!

Todos sabem que está em julgamento no STF a ADPF 54 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), que tem como objetivo permitir a realização do aborto, que eles chamam eufemisticamente de "antecipação terapêutica do parto" de fetos anencéfalos.

Foi criada uma petição online, que está disponível no endereço http://www.PetitionOnline.com/DAV2008/ para que todos aqueles que são favoráveis à dignidade humana, independente de sua idade ou doença possam se manifestar em sua defesa. Ao assinar a petição, deve-se preencher apenas o nome, e-mail (que pode ser oculto aos outros) e país. É rápido e ajuda a luta pela vida!

http://www.PetitionOnline.com/DAV2008/

Não sejamos omissos! Por favor repassem essa petição a todos os seus contatos!

Para entender melhor o assunto, leiam:

http://www.cancaonova.com/ (na busca colocar: ADPF 54)

http://juristascatolicosrj.org/atuacao.html

http://www.brasilsemaborto.com.br/

Prevenir a anencefalia e amparar as mães, famílias e crianças

A criança que padece de anencefalia tem sido apresentada por alguns como uma espécie de ser maligno que provoca dor e sofrimento à sua mãe, seu pai e família. A solução que propõe é matá-la, abortá-la, ou, segundo terminologia recém inventada, ter seu parto antecipado terapeuticamente. No entanto, é de pasmar essa 'antecipação terapêutica do parto', não objetiva a vida da criança, mas sua morte.

Na lógica dos que defendem o abortamento provocado da criança anecéfala, ela seria 'sub-humana'. Presente nesta concepção está uma ideologia de caráter eugênico, que fundamentou a medicina nazista a partir do livro 'Vidas que não valem a pena ser vividas', do jurista Karl Binding e do psiquiatra Alfred Hoch. Com base em tais concepções foram eliminados milhares de crianças, adolescentes e adultos que eram considerados não aptos a viver, 'inviáveis' socialmente. A misericórdia que lhes era oferecida era a morte.

A menina Marcela, falecida no início deste mês de agosto com 1 ano e 8 meses, demonstra claramente que a vida de uma anencéfala pode ser motivo de bênção, alegria e carinho para si, sua mãe, sua família e para a comunidade. Depende da atitude de acolhimento familiar e social. Desejamos uma sociedade que, a invés de se abrir solidariamente aos doentes graves, propõe eliminá-los?

O comitê Nacional de Bioética da Itália, composto por especialistas das variadas ciências médicas, afirma que a condição do anencéfalo é como dos doentes graves em geral e que ele 'é uma pessoa vivente e a reduzida expectativa de vida não limita os seus direitos e a sua dignidade'.

Cabe ao Estado prevenir a anencefalia, o que é possível, especialmente mediante a ingestão de ácido fólico, de baixíssimo custo e elevada eficácia (em torno de 50%) e também amparar as mães e famílias, certo que o abortamento provocado, inclusive no caso de crianças anencéfalas, causa traumas graves às mulheres, conforme relatório de 25 de agosto de 2008 do Centro Latino Americano de Direitos Humanos.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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