sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Parlamento Europeu "deplora" posição da Igreja sobre contracepção


A situação da Europa já está ficando crítica. Sempre falei aqui sobre como o Parlamento Europeu luta para que a cultura da morte se espalhe não só pelo Velho Continente, mas por todo o mundo. E esse projeto maligno já tem data: 2015.

Essa data foi fixada em uma resolução sobre o 5º objetivo do milênio proposto pelas Nações Unidas, que se refere à saúde materno-infantil. Mais informações em ZENIT.

De acordo com o L'Osservatore Romano, nesta resolução se propõe chegar em 2015 ao "acesso universal à saúde reprodutiva", que inclui explicitamente o recurso ao aborto, especialmente nos países em vias de desenvolvimento.

Em um dos anexos da Resolução, o Parlamento Europeu ataca justamente à Igreja, que permitiu que a Europa fosse o que é hoje. A resolução "deplora a proibição, sustentada pelas igrejas, de usar contraceptivos", já que, afirma, o uso do preservativo é "fundamental" para "prevenir doenças e gravidezes não-desejadas".

A referência ao aborto como um direito são um disparate. É a legitimação do crime, é a permissão para a execução dos mais inocentes entre nós. A ajuda aos países em desenvolvimento jamais será conseguida com a legitimação de práticas bárbaras que só contribuem para derrubar os limites éticos e morais da civilização, mas sim com um verdadeiro projeto de promoção da dignidade humana, que está muito acima dos "direitos individuais".

Tenho muita pena da Europa, que em sua crise pós-cristã, caminha em direção à barbárie.

Que Deus nos livre da maldição do aborto!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.
Saudações queridos leitores!

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