terça-feira, 16 de setembro de 2008

A batalha pela vida - Conseqüências da cultura da morte

Saudações queridos leitores!

Na última audiência convocada pelo STF para ouvir os diversos setores da sociedade com relação ao assassinato de anencéfalos, presenciamos um espetáculo macabro promovido pelas pessoas que supostamente são especialistas em vida.

As manifestações não diferiram muito do que era previsto. Mas um detalhe me chamou a atenção. Eleonora Menecucci citou o caso de uma jovem peruana que, diante da negativa do Estado em concedê-la o direito de abortar um feto anencéfalo, recorreu à Organização das Nações Unidas em 2005. A resposta do Comitê de Direitos Humanos foi no sentido de reconhecer o direito de opção da mãe. "O Comitê considerou que a impossibilidade de interromper gerou sofrimento excessivo à jovem", informou. Em 1996, o comitê já havia considerado como "desumana" a tipificação do aborto de anencéfalos como crime.

Já está mais do que na hora de alguém colocar a ONU em seu lugar. Essa história dessa ONG gigante ficar se metendo em assuntos estritamente internos e pressionando, literalmente os países para que aprovem a maldita cultura da morte pregada por esse organismo já passou todos os limites que podem ser considerados razoáveis. É lamentável que uma oraganização desse porte, que foi fundada com um propósito tão nobre acabe servindo de mero instrumento de proselitismo, obrigando os países a aprovar iniciativas contrárias à vida e até mesmo contrárias aos desejos da população simplesmente para entrar nesse "clube do bolinha" que se tornou a ONU.

E ainda quando se manifesta, a ONU consegue ser incrivelmente contraditória. Enquanto para essa organização, que mais me lembra uma ONG gigante, o sofrimento da mãe pela gestação de um anencéfalo é algo considerado desumano, a mesma organização considera perfeitamente humano, civilizado, "progressista", que se mate não só anencéfalos, mas qualquer bebê no ventre de suas mães, serja por alguma suposta necessidade médica, seja por mero capricho.

Essa postura da ONU está custando caro aos países que aderiram. A Europa vive um declínio populacional sem precedentes e o Oriente Médio está se aproveitando dessa situação para promover uma islamização nas terras qur foram berço do cristianismo, a cultura que nos deu o modo de vida do qual desfrutamos hoje. Cidades inteiras estão sendo abandonadas por falta de população, os sistemas previdenciários estão quebrando e as perspectivas futuras não são boas.

Tudo obra da cultura da morte.

Que Deus nos livre da maldição do aborto!

Fiquem com Deus,
Fernando.

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