sexta-feira, 5 de setembro de 2008

A batalha pela vida - Os juízes da vida

Saudações queridos leitores!

Eu simplesmente não entendo porque alguns médicos questionam a anencefalia da Marcela só agora, que ela está servindo de exemplo para os grupos que lutam pela vida no caso do aborto de fetor anencéfalos. Dessa vez foi uma junta médica que questionou (muito oportunamente, diga-se) o real diagnóstico da pequenina.

"Marcela tinha merocrania", afirma Thomaz Gollop, especialista em medicina fetal e professor da Universidade de São Paulo (USP). "Acabei de fazer uma junta médica com um especialista em anatomia e neurologia pediátrica com os exames em mãos. Ela tinha um defeito menos grave na formação do crânio e o resquício de cérebro presente, ao contrário dos anencéfalos que não têm nada, é coberto com uma membrana chamada cerebrovasculosa".

Mas sabem, eu até acho bom isso. Prestem bastante atenção no tamanho do trabalho e em quantos especialistas estão envolvidos para discutir um caso de anencefalia. Será que o Ministro Temporão conseguirá garantir o mesmo tratamento para tantos fetos em gestação em uma velocidade que permita que se mate o inocente?

Fica a pergunta: será que vale a pena correr tamanho risco de se diagnosticar erroneamente um feto como anencéfalo e provocar um aborto (ainda mais) em vão?

Que Deus nos livre da maldição do aborto!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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