quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Ao contrário da população, juízes e promotores querem liberar o aborto

Saudações queridos leitores!

Como eu já disse, esse julgamento no STF é um jogo de cartas marcadas. Em duas pesquisas realizadas no Brasil, foi constatado que 78% dos juízes e promotores entrevistados são favoráveis à ampliação do assassinato de bebês, sejam anencéfalos, sejam portadores de pé-chato, sejam normais!

De todos os pesquisados, 61,2% são favoráveis a um maior número de possibilidades de aborto, enquanto 16,8% (um número altíssimo) são favoráveis à liberação completa do aborto!

Esse é um dado extremamente preocupante, pois revela o quão encalacrada em certos meios está essa maldita cultura da morte. Os números são muito discrepantes dos anseios da sociedade. Enquanto diversas pesquisas feitas com a população em geral apontam uma grande rejeição ao aborto, essa pesquisa, feita em um setor específico da sociedade, justamente o que tem poder para mudar isso, demonstra que os juízes e promotores não possuem as mesmas convicções que o povo. Sendo assim, enquanto defendem o assassinato de inocentes, não estão representando a ampla maioria do povo, mas sim uma minoria, um verdadeiro lobby que visa promover o assassinato indiscriminado de inocentes.

De acordo com um dos entrevistados em um reportagem da Folha (íntegra aqui), o juiz José Henrique Torres, um dos autores da pesquisa que foi feita com juízes, há poucos casos de abertura de inquéritos para apurar casos de aborto por má-formação fetal. "Sou a favor da descriminalização em qualquer hipótese, mas enquanto isso não acontece que sejam pelo menos descriminalizados os casos de má-formação fetal."

Vejam que ele já fala como se a permissão indiscriminada para o assassinato de inocentes fosse algo a ser aprovado em um futuro não muito distante. Percebam o jogo de cartas marcadas!

E pensar que o nosso futuro e o futuro de tantos inocentes estão nas mãos de pessoas com essa linha de pensamento!

Que Deus nos livre da maldição do aborto!

Fiquem com Deus,
Fernando.

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