quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A imposição do liberalismo na Suécia

Saudações queridos leitores!

Existe hoje em uma um fenômeno que atinge praticamente o mundo inteiro, que é a neura da inclusão. Essa neura se manifesta no Brasil em forma de leis que visam empurrar minorias para universidades, independente do fato de serem competentes ou não. Há também muito disso na propaganda. Hoje em dia, muitas peças publicitárias contam com atores e modelos integrantes de minorias não apenas porque esse ou aquele artista pertencente a alguma minoria, qualquer que seja, seja competente, mas sim porque essas empresas querem passar uma imagem de inclusão, de que eles dão espaço para todos. Só que isso, ao invés de ter um real efeito inclusivo, gera um risco enorme de se abrir mão da competência em detrimento dessa neura de inclusão. E é aí que mora o perigo.

Essa neura de inclusão também atinge as comunidades homossexuais. A Europa é o exemplo mais patente disso. Vejamos o que acontece na Suécia. Lá, duas editoras de livros infantis estão provocando um debate com uma série de novas publicações que desafiam os conceitos de família e os papéis normalmente atribuídos a meninos e meninas. Mas essa não é a pior parte. Essa coleção não vem para clarear as coisas sobre as novas estruturas familiares que surgem hoje em dia, por mais desordenadas que sejam, mas vem meramente para endossá-las. Vejam o que diz a autora de uma das séries de livros que estão sendo vendidos por lá:

"Famílias com pais gays, mães solteiras e crianças adotadas também são famílias normais. Temos várias assim na Suécia, mas esta realidade não está refletida nos livros infantis. Mostrá-las em histórias nas quais o enredo não é simplesmente sobre famílias gays ou mães solteiras demonstra que essas famílias existem, que são normais e que precisam ser aceitas", enfatiza Karin Salmson, que acaba de lançar uma coleção de seis livros infantis.

Tais livros não possuem uma abordagem realmente inclusiva, mas sim impositiva. Com a desculpa de estarem fazendo inclusão de minorias, estão excluindo os conceitos tradicionais e os valores familiares que alecerçaram o Ocidente durante tantos séculos. Chegará um ponto em que uma estrutura familiar tradicional será abolida em nome de estruturas desordenadas e esdrúxulas, que apenas contribuem para a manutenção dos problemas do mundo.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Nenhum comentário: