quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Arcebispo processado no Equador

Saudações queridos leitores!

A situação política no Equador agrava-se cada dia mais. E a Igreja é um dos organismos que mais sente tal mudança. As liberdades estão correndo cada vez mais risco sob o comando de Rafael Correa, presidente simpático a Hugo Chavez e ao ditador semi-morto Fidel Castro. Seus rompantes de autoritarismo tentarão ser legitimados na nova Constituição que uma equipa de "especialistas" internacionais o está ajudando a redigir. Fiquem com a notícia garimpada do Deus lo Vult!, volto depois.

Presidente da Conferência Episcopal Equatoriana é processado penalmente por denunciar novo projeto de Constituição

O arcebispo de Guaiaquil, que denunciou que o projeto da nova constituição do Equador abre a porta para a legalização indiscriminada do aborto, a partir de hoje está sendo processado criminalmente por intromissão em assuntos governamentais.

Ontem o presidente da República do Equador, Rafael Correa, admitiu publicamente que a nova constituição foi redigida com a assessoria paga de representantes da Fundação CEPS de Valência, na Espanha, Cada assessor recebeu um salário de 18 mil dólares mensais por sua participação nos trabalhos da constituinte.

As atividades do CEPS incluem assessoria a organizações feministas e de esquerda radical simpatizantes das FARC na Colombia.

Segundo líderes pró vida do Equador, a presença deste grupo assessorando o partido do governo com dinheiro público explica as características contra a vida da nova constituição, que inclui linguagem favorável ao aborto, ao matrimonio homossexual e à intervencão do estado no direito dos pais à educação dos filhos.

A nova constituição do Equador foi redigida propositalmente de maneira ambígua, no estilo do PL 1135 encaminhado em 2005 ao Congresso Nacional brasileiro pela da Comissão Tripartite organizada pelo Presidente Lula, onde em um artigo se declara que pretende-se legalizar o aborto até o terceiro mês, para em seguida em outro artigo revogar-se toda a legislação contrária ao aborto contida no Código Penal e assim legalizar o aborto não somente no primeiro trimestre mas durante todos os nove meses da gravidez, desde a concepção até o momento do parto. Com estratégias deste tipo pode-se divulgar, como se pretendeu fazer, antes da aprovação da lei, que o projeto legislativo pretendia uma coisa para, depois de aprovado, mostrar que foi aprovada outra. Tanto o projeto abortista de Lula como a Constituição Equatoriana foram redigidos por meio de assessoria internacional que não provém nem do Brasil, nem do Equador.

Voltei. Esses acontecimentos são os primeiros sintomas da instalação das ditaduras autoritárias. Primeiro, eles começam a questionar certas liberdades, depois começam a perseguir aqueles que ousam se levantar contra tais questionamentos. Finalmente eles passarão as leis para trás e instalarão o seu Estado Autoritário. É sempre assim.

Vemos indícios desse autoritarismo se alastrando por vários países da América Latina, em especial Venezuela, Equador, Bolívia e Brasil. Em maior ou menor grau, todos esses países passam por problemas semelhantes e a causa é sempre a mesma: a ideologia esquerdista, que já provou ser uma máquina de assassinatos em massa, a pior experiência ideológica pela qual o mundo já passou.

Acordemos antes que seja tarde.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Nenhum comentário: