segunda-feira, 28 de julho de 2008

Liberdade religiosa e o anúncio do Evangelho

Saudações queridos leitores!

No Chile, a morte de uma mulher de 52 anos, que se confessava Testemunha de Jeová, por recusar-se a receber transfusões de sangue devido a convicções religiosas causou muita comoção.

Tal fato provoca um debate sobre liberdade religiosa e até quando os desejos de uma pessoa devem ser respeitados. Para a Igreja Católica a postura das Testemunhas de Jeová é o que chamamos consciência errônea. Quer dizer, acreditam algo que é equivocado. Isto forma parte de suas convicções profundas, por isso merecem respeito em suas decisões. A liberdade religiosa nos convida a respeitar a consciência de cada pessoa. Mas tal respeito não deve ser absoluto. Cito como exemplo o fato de um menor de idade estar com sua vida em risco e as convicções religiosas dos familiares estarem prejudicando as tentativas de se salvar sua vida. Nesse caso, muitas legislações permitem atuar contra a vontade dos pais, não porque as crianças tenham mais direitos que os pais, mas sim porque suas vidas estão em jogo, como na Espanha e no Canadá, para citar alguns países.

Por mais que as Testemunhas de Jeová estejam agarradas ao erro, de nada adianta tentarmos impor a Verdadeira Fé com restrições e violência às consciências. Se nem mesmo Deus força sua entradas nos corações das pessoas, quem somos nós para forçarmos uma adesão à Fé? Diante desse impasse, o trabalho da Evangelização torna-se essencial, pois ninguém consegue amar aquilo que desconhece e para tal, devemos anunciar a Boa Nova tornando-nos verdadeiros Evangelhos Vivos, às vezes até mesmo pregando.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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