segunda-feira, 28 de julho de 2008

Cultura da Morte - Um retrocesso da sociedade

Saudações queridos leitores!

Em algumas culturas indígenas, filhos com deformidades eram (e ainda são) assassinados. Os antigos povos da América Central realizavam sacrifícios humanos. Quando tais práticas foram abolidas, seja pela colonização ou pela extinção de tais povos, todos se deram conta que o fim de tais práticas foi um progresso.

Pois bem, várias sociedades retrocederam para o assassinato de nascituros e ainda acreditam que isso seja algum tipo de progresso. A Espanha, por exemplo, quer ampliar a possibilidade da execução do aborto e ainda mais liberar a eutanásia. E ainda têm a pachorra de dizer que reconhecer o assassinato é um progresso. Logo logo vão querer instituir os sacrifícios humanos.

Sobre isso, o presidente da Subcomissão Episcopal de Família e Defesa da Vida da Conferência Episcopal Espanhola, Dom Juan Antonio Reig Plá lembrou que além de lutarmos contra tais práticas, temos que apresentar alternativas. Dom Antonio, que também Bispo de Cartagena disse que “ampliar e facilitar o aborto não é o caminho. Isto produziria mais morte e mais sofrimento. Acredito que todos estamos convencidos de que o aborto é um mal. Mas então devemos oferecer alternativas. A primeira e fundamental é a educação e a prevenção”.

“Às pessoas devem ser educadas para amar, e para amar sabendo respeitar ao outro e o melhor respeito começa por salvar a vida nascente. E logo ajudar às mães para que seus filhos possam nascer. Por último, criar uma cultura que ame a vida em lugar de destrui-la. A crise mais séria que possa dar-se na sociedade espanhola é aceitar este holocausto silencioso e afirmá-lo como progresso”, adicionou.

Mas como ele já conhece o governo socialista espanhol, Dom Juan Antonio já assinala como o governo quer realizar esse debate. “O governo quer situar o debate entre sua postura ‘progressista’ e a postura da Igreja, ‘rançosa e retrógrada’. Não é essa a questão”.

“A questão é se a criança não nascida é um ser humano e sujeito de direitos”, lembrou e precisou que “não é só a Igreja quem afirma que da fecundação até a morte natural há um ser humano, com unidade orgânica e desenvolvimento autônomo, mas também a ciência: a biomedicina, a biologia celular e molecular, a genética do desenvolvimento. Com o aborto e a eutanásia, a lei fica de costas à ciência e sacrifica à ideologia da morte as vidas dos mais indefesos dos nossos irmãos”, concluiu.

Que Deus nos livre da maldição do aborto!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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