quarta-feira, 11 de junho de 2008

A união homossexual e o relativismo

Saudações queridos leitores!

Estão abertas as portas ao esculacho do matrimônio no Brasil. Em notícia da Veja Online, foi divulgado que a AGU (Advocacia Geral da União) deu parecer favorável ao reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como algo similar a um casamento. Através desse reconhecimento, parceiros de funcionários públicos do Rio de Janeiro (a decisão vale para lá) teriam os mesmos direitos a benefícios que os parceiros de heterossexuais.

O reconhecimento de direitos não é o problema. O problema está em tratar duas situações notadamente diferentes (união heterossexual e união homossexual) como coisas similares. Os direitos poderiam ser reconhecidos aos homossexuais sem que sua situação fosse equiparada com uma união heterossexual.

Uma união homossexual nunca será similar a uma união heterossexual. A união homossexual é contrária à natureza, visto que a conseqüência natural da união é a procriação. Dois homossexuais jamais conseguirão procriar por si mesmos. É contrária aos aspectos fisiológicos do ser humano, visto que os sistemas reprodutor, excretor e digestivo são usados e abusados de modo contrário a suas funções naturais.

A união entre homossexuais também é contrária à Lei de Deus, que, apesar de estar sendo discutida em ambiente laico, não pode ser descartada na formação das leis, visto que mais de 90% da população brasileira crê em Deus segundo a concepção ocidental. Ignorar esse aspecto é contrário à democracia que deu a forma a nosso país.

Com base no reconhecimento de minorias, qualquer pessoa poderia pedir reconhecimento de união com plantas, animais e até mesmo com múltiplas personalidades. Se alguém classificar qualquer uma dessas atitudes como doença, o discriminado pode entrar com um processo.

Essa equiparação de valores que são totalmente diferentes não é uma tendência só no caso das uniões entre homossexuais. É essa mesma linha de pensamento que leva as pessoas a questionar se vidas humanas são realmente vidas humanas, servindo de justificativa para as maiores atrocidades que o mundo já viu.

O nome do mal é relativismo.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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