terça-feira, 10 de junho de 2008

Risco de epidemia de AIDS entre heterossexuais acabou - mas na verdade nunca existiu

Saudações queridos leitores!

Cai mais um mito. Vinte e cinco anos depois de várias organizações (em sua maioria ONGs e militantes gays) alardearem o mundo dizendo que a AIDS é um risco que todas as pessoas correm, a OMS afirma que tal ameaça desapareceu. E ambos estão errados. A notícia original está no jornal britânico The Independent.

Estão erradas as ONGs e os grupos gays que afirmavam (será que continuarão batendo nessa tecla?) que todos estão expostos aos riscos da AIDS e erra a OMS ao afirmar que o risco desapareceu. O risco nunca existiu.

Qualquer ser humano é suscetível ao contágio do vírus da AIDS, pois não existe imunidade biológica. Mas a AIDS é uma doença que se dissemina em grupos de risco. Para as pessoas que estão fora desses grupos de risco, o risco de contração da doença é praticamente nulo, baixo demais para que qualquer um diga que existe um risco de epidemia. A AIDS é uma doença que se dissemina junto com um comportamento. E é entre os adeptos desse comportamento que a epidemia ocorre. Ela é uma epidemia entre os homossexuais masculinos, usuários de drogas e prostitutas e os clientes das mesmas.

Visto que a grande maioria das pessoas está fora desses grupos citados e que as campanhas de prevenção eram sempre direcionadas (erroneamente) a toda a população, a situação que vemos é conseqüência da orientação dos esforços com base em uma mentira. Se a ameaça da AIDS desapareceu desse grupo (heterossexuais), esse sucesso nem pode ser atribuído às campanhas.

Agora precisamos saber o que levou isso a acontecer. Essa indagação tem uma resposta assustadoramente simples. A pauta da OMS e de todos os organismos encarregados de combater a doença serviu ao lobby politicamente correto dos gays e de suas ONGs. Em alguns países, como é o caso do Brasil, grupos militantes respondem pelas políticas antiaids, a começar das campanhas publicitárias. Passou a ser proibido falar em grupos de risco. Agora a OMS admite que eles existem.

A AIDS contraída através do comportamento sexual era (e é) uma doença que indica promiscuidade, mas muitas pessoas quiseram proibir que se abordasse isso, em nome do politicamente correto, pois já se achava que dizer isso era preconceito, discriminação. Qualquer abordagem sobre a prevenção da doença que indicasse algum comportamento que não fosse libertário já era taxada de conservadorismo, reacionarismo, "catolicismo". Sim, queridos leitores, o lobby gay trata o adjetivo catolicismo como algo praticament pejorativo.

Uma prova cabal de que as campanhas atuais são um fiasco e que são dirigidas ao público errado é o caso de Uganda. A a campanha pública incentiva a castidade para os solteiros e fidelidade para os casados. Fala-se em camisinha, mas o foco principal da campanha é a responsabilidade individual. E por lá número de contaminados caiu de maneira vertiginosa. Nos países vizinhos a AIDS ainda é um flagelo. Assim, fica clara a conclusão a que chegou a OMS, embora ela evite chamar as coisas pelo nome: a AIDS é uma doença típica da promiscuidade sexual — e por razões que não vêm ao caso nesse momento, boa parte dos gays masculinos opta pelo comportamento de risco.

A OMS demorou 25 anos para admitir que a AIDS é uma doença de comportamento. E só o fez porque, no mundo inteiro — exceção feita à África —, o número de heterossexuais infectados é muito baixo. Já o número de contaminados entre os grupos de risco segue estável e alto.

Uma mentira a menos em nosso mundo.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Um comentário:

The-SoulBrother disse...

É a lei de Deus prevalecendo.

E eu já vi em TV um gay se gabando por supostas estatísticas que apontavam heterossexuais como grandes afetados pela praga. Uma mentira a menos, e menos bobagem proveniente de pessoas libertinas.

Não querem nada com Deus, mas querem o mesmo respeito que a ele é devido.

Paz.