sexta-feira, 20 de junho de 2008

Onde a morte é vendida na rua

Saudações queridos leitores!

Esse lugar não é um morro carioca, ou alguma cidade tomada por outra organização criminosa. Esse lugar é a China. Um país que vive sob o regime comunista sedento de sangue. A China é o país em que mais se executam prisioneiros no mundo. Mas o regime comunista não tem sede só do sangue de criminosos, mas também de inocentes. Estimativas da revista chinesa Kejibao mostram que o número de abortos ocorridos na China é de cerca de 13 milhões (sim, milhões!) por ano.

Nas ruas e cada vez mais na internet, clínicas especializadas anunciam ofertas de "aborto fácil" e "aborto indolor" (indolor para o nascituro também???). Há até mesmo sites em que as mulheres que desejam mais informações podem conversar com "especialistas".

A perversidade é tão grande que ao ser questionada sobre a possibilidade da realização de um aborto no nono mês de gestação, um dos supostos especialistas responde: "É possível, mas desaconselho porque a chance de sobrevivência do bebê nesses casos é alta". Somente após dezenas (!!!) de tentativas, todas com respostas positivas, uma das clínicas se recusou a realizar o aborto em uma gravidez tão avançada: "Aos nove meses é um homicídio, nossa clínica não faz", diz uma atendente. O custo da cirurgia varia entre cerca de 100 e mil euros, mas há quem diga ser possível realizar a operação por muito menos.

Em 2002 o governo comunista-homicida-cerceador-de-liberdades de Pequim proibiu a revelação do sexo dos bebês, pois com a política do filho único, muitas famílias abortam meninas para poder ter um menino. Tal comportamento ocorre não só na China, mas em outros países como a Índia e tem provocado um déficit de mulheres, fazendo com que algumas famílias seqüestrem (literalmente) meninas de partes mais pobres para que essas sirvam de esposas. Os comunistas-homicidas de Pequim estabeleceram que para a interrupção de uma gravidez com mais de 14 semanas, a mesma deveria ser autorizada pelas autoridades. Mas não há como controlar isso, visto que a proliferação de clínicas é tão grande que é muito fácil achar uma clínica que aborte após isso. O difícil por lá é achar uma clínica que não aborte após 14 semanas. Apenas os hospitais de Pequim teriam realizado em 2007 uma média de 820 abortos por dia. A revista Kejibao fala de uma "maré de abortos", praticados com total desenvoltura inclusive por adolescentes e mesmo depois do 4º ou 5º mês de gravidez.

Que Deus tenha piedade de nós,
Fernando.

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