domingo, 15 de junho de 2008

Diocese de Roma nega permissão para filmagem baseada em livro de Dan Brown

Saudações queridos leitores!

Pra cara de pau, o bom é óleo de peroba, diz a minha mãe. Ron Howard, diretor americano que filmou "O Código Da Vinci" pediu ao Vicariato de Roma permissão para filmar cenas de seu novo filme "Anjos e Demônios", também baseado em um livro de Dan Brown, no interior das Igrejas de Santa Maria del Popole e Santa Maria della Vittoria, duas Igrejas onde ocorrem cenas do filme.

O Vicariato de Roma negou as permissões. Haha!

Bem feito. Um dos porta-vozes da Diocese de Roma, Marco Fibbi informa que eles concedem "freqüentemente a entrada a nossas igrejas para filmes que tenham uma finalidade ou compatibilidade com o sentimento religioso, mas não àqueles que possam prejudicá-lo".

Com a recusa, Ron Howard terá que se contentar em filmar nas áreas externas das Igrejas e se virar para criar os interiores. Ele deve ter pensado que os Católicos eram bobos o suficiente para deixar que usassem suas próprias casas para produção de material ofensivo.

Alguns anos atrás, quando "O Código Da Vinci foi lançado, fiquei um tanto preocupado com os ataques sofridos pela Igreja e principalmente pelo Opus Dei. Mas o filme passou, os ataques cessaram e tudo continua como sempre. Não será mais esse filme que conseguirá fazer as portas do Inferno prevalecerem sobre a Santa Igreja.

Agora, cá entre nós, agüentar o Tom Hanks com aquele cabelo horrível que ele exibiu em "O Código Da Vinci" deve ser um sufoco e tanto!

As fotos no texto são das Igrejas de Santa Maria del Popolo e Santa Maria della Vittoria, respectivamente.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Um comentário:

Eduardo Araújo disse...

Fernando, primeiro desculpe o comentário um tanto extemporâneo.

Sobre essa ofensiva mercadológica anticatólica, o mais cômico é ver como seus artífices se contradizem e ainda são aceitos pelo público. Deve ser avidez de literatura agressiva contra nossa Igreja, só pode.

O exemplo mais patente disso é O Código da Vinci versus O Evangelho de Judas. Basta perguntar (para começo de conversa) que foi o discípulo predileto de Jesus - Filipe, Judas ou Maria Madalena? (rs)

Em seguida, veio o ataque ateísta cientificista, via Dawkins e outros bobalhões pretensamente imbuídos de defesa da "verdade" científica contra a "superstição" religiosa.

O fato é que - como você diz no texto - esses estúpidos vêm e vão, enquanto a nossa Igreja permanece num edificio de 2000 anos de construção sólida.

E focando no assunto central, sinto-me mais seguro dessa solidez com atitudes como essa vedação à filmagem dessa película anticatólica em nosso próprio meio. Daqui a pouco, os responsáveis pelo filme não tardarão a se vitimizar em público, pelas "dificuldades" interpostas pela Igreja, preocupada em não serem revelados seus "segredos".

E ainda é moda se reportar à Idade Média como época de obscurantismo. Imagine! Nunca o ser humano foi tão obscuro, com a atual pretensão à douta ciência, metido a ilumidado, no entanto medíocre, leviano e perseguidor.

Abraços