segunda-feira, 19 de maio de 2008

Onde a liberdade religiosa sofre

Saudações queridos leitores!

O comunismo não sobrevive à liberdade. Assim como muito do que o Islã é hoje em dia, também se dá graças à falta de liberdade. Essas duas opiniões minhas foram comprovadas pelo Relatório Anual da Comissão Internacional sobre Liberdade Religiosa dos Estados Unidos, que foi entregue à Concolezza Rice. A íntegra da reportagem está aqui.

A comissão foi criada pelo Ato Internacional de Liberdade de Religião de 1998. O ato também diz que os Estados Unidos deve designar como «Countries of Particular Concern - CPC» (Países de Particular Preocupação) aqueles estados cujos governantes tem realizado ou tolerado sistemáticas e impressionantes violações da liberdade religiosa.

Os países citados no relatório sobre os quais se devem ter particular preocupação são Burma (também conhecido como Mianmar), Coréia do Norte, Eritréia, Irã, Paquistão, China, Arábia Saudita, Sudão, Turcomenistão, Usbequistão e Vietnã. O que esses países todos têm em comum? Ou são nações islâmicas ou são nações comunistas/socialistas.

Sobre alguns países, vejam o que fala a reportagem:

Sobre o Vietnã

A carta da comissão para Condoleezza Rice dá mais detalhes sobre o Vietnã, estabelecendo que durante uma viagem ao país em outubro de 2007, foi notado que o progresso na liberdade religiosa foi muito incompleto. A comissão também argumentou, contrariamente ao ponto de vista do Departamento de Estado, que há «presos de consciência» por religião no Vietnã. Em acréscimo, as autoridades também limitam os direitos humanos em geral, conclui a carta.

Arábia Saudita

Uma das conclusões extraídas das visitas é que as autoridades sauditas continuam severamente a restringir todas as formas de expressão pública da religião que não sejam oficialmente aprovadas pelo Islã Sunita. «Esta política viola os direitos de grandes comunidades de muçulmanos de uma variedade de escolas do Islã que residem na Arábia Saudita», diz o relatório.

China

Grupos protestantes e sacerdotes católicos clandestinos continuam a experimentar a mais intensa coerção, de acordo com o relato. Ele também relata as contínuas ações do governo chinês para demolir estátuas e estruturas do budismo tibetano. As autoridades também têm o conhecimento de mais de 100 monges budistas tibetanos foram colocados na prisão, segundo o relatório.

Mianmar

Mianmar é outro país destacado pela comissão por sua violação da liberdade religiosa. De fato, a já muito pobre relação de direitos humanos deteriorou mais no ano passado, estabeleceu o relatório.

Entre os recentes abusos, o relatório mencionou a ação violenta realizada pela junta militar para colocar um fim à pacíficas manifestações de monges budistas em setembro de 2007. Pelo menos 30 mortes foram constatadas, ainda que algumas estimativas sejam maiores, relatou a comissão. Milhares de pessoas foram presas e centenas ainda estão detidas.

Sudão, o mais violento

Na África, a comissão observou que no passado destacou o Sudão, «como o mais violento violador do direito à liberdade de religião e crença do mundo». As condições melhoraram em tempos recentes, mas principalmente no sul do país.

No norte, algumas mudanças foram implementadas e todos os cidadãos, incluindo cristãos e seguidores de religiões tradicionais africanas, estão sujeitos à lei islâmica (Sharia). Os muçulmanos recebem tratamento preferencial quando acorrem a serviços governamentais, e a conversão a partir do Islã é um crime punível com a morte.

Esses regimes totalitários não resistiriam um momento a um sopro real de liberdade. Por a temerem tanto é que a mantém tão longe.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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