quinta-feira, 1 de maio de 2008

Na Suíça, é mais seguro ser planta do que pessoa

Saudações queridos leitores!

Esse mundo está muito perigoso. Não, não falo de assaltos, estupros e assassinatos. O perigo agora vem dos governos. Na Suíça, é mais seguro ser uma planta do que um ser humano. Fiquem com notícia da ACI, volto depois.

Depois de liberalizar aborto, Suíça confere direitos sem precedentes a plantas e animais

.- Suíça se converteu em um país onde os seres humanos não nascidos valem menos do que plantas e animais: o Comitê de Ética Federal alenta a defesa da "dignidade" das primeiras; e o Parlamento aprovou uma lei que outorga direitos sem precedentes aos segundos.

Conforme informa o site pró-vida LifeSiteNews.com, o Parlamento suíço aprovou a semana passada uma lei que, entre outras coisas, obriga aos donos de cães a completar um curso completo de tratamento canino com teoria e prática; alenta a realização de uma "pesca humana" para não "afetar" tanto aos peixes; e estabelece o modo em que o gado deve ser tratado por seus proprietários.

"O objetivo não é somente assegurar o tratamento adequado para cada espécie animal, mas também reduzir o risco de ataques de cachorros perigosos. O trato inadequado pode levar a desórdens em conduta", comenta Hans Wyss, Chefe do Escritório Federal Veterinária da Suíça.

De outro lado, o Comitê de Ética Federal de Biotecnologia Não Humana, trabalha para determinar que tipos de investigação respeitam a "dignidade das plantas" e quais não; para outorgar recursos às que, segundo sua decisão; sim o fizerem.

"Até o momento nem sequer as autoridades que decidem sobre os recursos sabem o que significa em realidade 'dignidade das plantas'", explica o membro do comitê, Markus Schefer.

Para a maioria dos membros do comitê, explica LifeSiteNews.com, "a interferência com as funções reprodutivas resulta indigna, o que preocupa aos geneticistas de plantas porque o comitê poderia proibir procedimentos aceitos amplamente como gerar frutos sem sementes ou rosas híbridas".

"Toda esta proteção conferida a plantas e animais contrasta grandemente com a recente falta de respeito do governo suíço para a vida os não nascidos no país", adverte LifeSiteNews.com.

"Em junho de 2002, o país decidiu permitir às mulheres abortar os seus filhos no primeiro trimestre de gravidez, sempre e quando um médico determine que a mãe gestante esteja em um 'estado de estresse' ambiguamente definido", conclui a agência pró-vida.

Eu não aprendo mesmo... quando acho que a estupidez humana chegou ao fundo do poço, nossa civilização cava mais um pouquinho. Contando parece mentira, mas a notícia está aí, para quem quiser ver.

Enquanto o Parlamento se preocupa com a dignidade das plantas (como é que definem isso???), as vidas dos nascituros são desconsideradas graças a leis que permitem que qualquer gestante que alegue "estado de estresse", aborte uma criança, mesmo que o bebê seja saudável e que a gestante não corra risco algum pela gravidez.

Enquanto os donos de cães têm que fazer um curso para saber como cuidar dos seus animais de estimação, liberam o assassinato de inocentes. Desse jeito, quando perguntarem a uma grávida o que ela leva na barriga, vai ser mais seguro alegar que é um pé de goiaba ou um futuro Poodle.

Os suíços devem estar com inveja dos direitos que seus animais de estimação e suas plantas (plantas!!!) têm, pois eles mesmos não são tão amparados pela própria constituição.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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