sábado, 17 de maio de 2008

Mais de seiscentos mil equatorianos respaldam direito à vida

Saudações queridos leitores!

O Equador é um dos países Sul Americanos que estão passando por problemas causados por despautérios dos governos. O Brasil, a Bolívia e a Venezuela também vivem problemas semelhantes, em maior ou menor grau. No Equador, os cidadãos começam a se mobilizar para evitar que conceitos contrários à vida e à família sejam aprovados. Fiquem com reportagem de ZENIT (íntegra aqui), volto depois.

Mais de seiscentos mil equatorianos respaldam direito à vida

Apóiam as mudanças ao texto constitucional indicadas pela Conferência Episcopal

QUITO, sexta-feira, 16 de maio de 2008 (ZENIT.org).- Dom Antonio Arregui, arcebispo de Guayaquil e presidente da Conferência Episcopal, acompanhado por outras autoridades da Igreja e representantes de várias entidades entregaram em 14 de maio, ao presidente da Assembléia Constituinte do Equador mais de seiscentas mil assinaturas de equatorianos que respaldam as modificações ao texto constitucional indicadas pelos bispos do país.

O bispo Arregui, segundo informa a agência missionária da Santa Sé «Fides», leu a carta entregue ao economista Acosta, na qual reitera o pedido dos equatorianos de que «sob a proteção de Deus, reconheça-se o direito à vida desde a concepção até a morte natural, reconheça-se e proteja a família formada por homem e mulher, garantam-se os direitos das famílias, especialmente à educação de seus filhos conforme as próprias convicções».

Na carta, além de pedir que «não se façam injustas discriminações às pessoas homossexuais, que devem ter o mesmo patrimônio jurídico que o resto dos cidadãos», assinalam também «a inconveniência de oferecer uma lei especial para as uniões entre pessoas homossexuais, cujas situações jurídicas de interesse mútuo têm o amparo do direito comum».

Às assinaturas apresentadas – exatamente 636.417 – continuam se somando outras de equatorianos que respaldam o pedido da Conferência Episcopal. As assinaturas foram recolhidas em todo o país em um quadro de total liberdade e consciente adesão, sem efetuar gasto algum». Os firmantes são «cidadãos comuns».

Voltei. De acordo com meus cálculos, aproximadamente 5% da população Equatoriana assinou o manifesto da Igreja. É uma porcentagem pequena, mas como toda minoria, deve ser ouvida e acatada dentro do que determina a Lei. Além do mais, o Equador, como nação cristã, certamente possui uma parte muito maior da população que não assinou o documento que apóia as proposições expostas lá, que apóiam a vida incondicionalmente.

Incrível como no mundo de hoje temos que nos manifestar contra a morte, depois de tantas experiências terríveis que vivemos em nosso passado recente.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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