domingo, 18 de maio de 2008

Juiz não ouve abortistas e não detém investigação sobre clínica clandestina no Brasil

Saudações queridos leitores!

Lei existe para ser cumprida. Mesmo que muitos não queiram, as leis têm de ser respeitadas. E quem as desobedece deve pagar a devida pena. Alguns deputados abortistas tentaram pressionar um juiz para que não investigasse gestantes que abortaram de maneira criminosa em uma clínica clandestina que foi fechada pela polícia. Fiquem com notícia da ACI, volto depois.

Juiz não ouve abortistas e não detém investigação sobre clínica clandestina no Brasil

.- O juiz Aluízio Pereira dos Santos, responsável pelo processo contra a médica Neide Motta, acusada de manter por 20 anos uma clínica de abortos clandestinos em Campo Grande, não cedeu ante as pressões de alguns deputados federais que procuravam deter as investigações.

A Comissão de Direitos humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, solicitou ao Poder Judiciário que não se investigue às milhares de mulheres que supostamente se submeteram a abortos ilegais na clínica porque se estaria discriminando às mulheres que abortaram à margem da lei.

Pereira dos Santos se reuniu com Pompeo de Mattos, presidente da Comissão, para lhe explicar que a lei exige a abertura destes processos e com seu pedido, os deputados está demandando mudar as regras. Na clínica se encontraram quase dez mil fichas de pacientes.

O magistrado lembrou que o Código Penal define o aborto não autorizado como um crime e o sanciona com penas de até três anos de reclusão.

Voltei. A Lei é igual para todos. A solicitação da Comissão de Direitos Humanos é ilegal, pois acabaria acobertando crimes que foram cometidos por todas essas mulheres. O Juiz está de parabéns pela firmeza e fidelidade à Lei.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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