domingo, 18 de maio de 2008

Granma reconhece perigos do aborto para justificar... o aborto!

Saudações queridos leitores!

Sou um boboca. Quando acho que ainda existe um lampejo de bom-senso no governo comunista da ilha particular de Fidel Castro, levo um balde d'água. Fiquem com notícia da ACI, volto depois.

Granma reconhece perigos e estragos do aborto… para justificar uso de fármacos anti-vida

.- Através de um artigo “Verdades sobre o aborto”, o jornal Granma –dirigido pelo Governo comunista- reconheceu os perigos de todo aborto cirúrgico para as mulheres cubanas, incluindo os que se realizam em condições “ótimas”, e seus devastadores estragos na sociedade da ilha, em uma tentativa por justificar a anunciada difusão de anticoncepcionais e fármacos anti-vida.

Em uma alegação por escrito a favor do aborto químico, o jornal sustenta que “60% das mulheres que apresentam infertilidade tem como antecedente o fato de haver-se realizado um aborto ou mais”, e ao menos um de cada cinco casais cubanos têm problemas para conceber.

Segundo Granma, ainda “em condições médicas ótimas, estas interrupções podem originar riscos como a persistência de restos ovulares, o denominado aborto incompleto, com alta incidência de infecção. São freqüentes também as complicações hemorrágicas e lesões traumáticas como as perfurações uterinas que, em ocasiões, põem em perigo a vida da mulher”.

“O aborto é um proceder arriscado, que se pratica às cegas, e pode ter complicações mesmo que se realize pelas mãos mais peritas e nos melhores serviços”, admite o jornal e denúncia a baixa percepção feminina dos riscos do aborto.

“Muitos dos transtornos que originam estas técnicas invasivas são ‘silenciosas' e se manifestam a longo prazo, como as complicações inflamatórias que danificam o sistema reprodutivo, principalmente as trombas”, adiciona Granma.

A publicação precisa que para as autoridades o volume de abortos voluntários praticados na ilha ainda é elevado “embora o propósito principal das políticas de planejamento familiar no país se encaminha à diminuição desta prática ao mínimo indispensável, atendendo aos problemas de saúde que gera”.

Neste contexto, o jornal informa que o Governo melhorará os serviços de anticoncepção e oferecerá uma maior variedade de anticoncepcionais, incluindo o fármaco abortivo Misoprostol com o qual se praticarão abortos químicos em 96 hospitais do país.

As autoridades não se riscaram a meta de diminuir o número de abortos, mas sim de obter que 80 por cento de todos os abortos a pedido no país sejam químicos.

Voltei. É surpreendente que os habitantes da ilha ainda se submetam a esse governo criminoso, que reconhece que põe em risco a vida de seus habitantes e mesmo assim busca alternativas para isso.Só por ser um governo comunista, já tem que ser combatido, ainda mais porque Fidel Castro já demonstrou que é o maior assassino das Américas, líder de uma ditadura que mata, exila, oprime e degrada com suas vítimas.

A justificativa para os abortos não é nem de risco de vida da gestante, mas por mero desejo das mesmas, sem nenhum outro motivo senão o egoísmo. E ainda defendem esse regime facínora que se alimenta de cadáveres de inocentes.

O comunismo me dá nojo.
Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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