quinta-feira, 17 de abril de 2008

Promover matrimônio para garantir a paz, segundo Bento XVI

Saudações queridos leitores!

Bento XVI volta a nos lembrar de que o matrimônio é um ponto central para a paz nas famílias e conseqüentemente para a paz no mundo. Fiquem com trecho de sua análise em ZENIT (íntegra aqui), volto depois.

Promover matrimônio para garantir a paz, segundo Bento XVI

O Papa relaciona a família a temas globais, constata um estudo

MANASSAS, quarta-feira, 16 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Uma nova análise mostra o giro incomum que Bento XVI deu ao falar de como acabar com os conflitos globais: a promoção do matrimônio, afirma, é essencial se o mundo deseja alcançar a paz.

«O Papa Bento XVI sobre o Matrimônio: Um Compêndio» foi publicado em inglês pelo Instituto para o Matrimônio e a Política Pública, com sede em Virginia, coincidindo com a visita do Santo Padre aos Estados Unidos.

O estudo revela que nestes três anos de pontificado, em 111 ocasiões o Papa pôs publicamente em relação o matrimônio com temas como os direitos humanos, a paz mundial e o diálogo entre fé e razão.

Maggie Gallagher, presidenta do Instituto para o Matrimônio e a Política Pública, disse: «Várias vezes ele deixou claro que o debate sobre o matrimônio e a família é central, não periférico, para a compreensão da pessoa humana e a defesa de nossa dignidade humana».

A análise sublinha os comentários do Papa em certas ocasiões, como ao receber as credenciais do novo embaixador dos EUA ante a Santa Sé e sua mensagem para o Dia Mundial da Paz deste ano.

Refere-se ao discurso papal de 21 de setembro de 2007, quando Bento XVI disse: «Há quem diga que a razão humana é incapaz de captar a verdade, e portanto de buscar o bem que corresponde à dignidade humana. Há quem acredite que é legítimo destruir a vida humana em seus primeiros ou últimos estágios. Igualmente inquietante é a crescente crise da família, que é o núcleo fundamental da sociedade baseada no vínculo indissolúvel do matrimônio entre um homem e uma mulher».

Voltei. Esse é um raciocínio simples mas essencial. A rigidez na formação e manutenção da estrutura familiar tradicional permite que combatamos em nosso ambiente mais íntimo a tolerância a desvios de valores e à introdução de aspectos estranhos a esses mesmos valores. Com essa resistência a valores estranhos aprendida já no berço familiar, fica mais difícil que aspectos morais distorcidos e perigosos penetrem e frutifiquem em meio à sociedade.

Quando se começa a tratar o rompimento dos valores como algo normal e aceitável, cria-se uma falha no senso de moral das pessoas que faz com que elas sejam mais permissivas com desvios e abusos. Outro aspecto muito exaltado na cultura dos divórcios é o individualismo, que é exercido de maneira total e exacerbada em muitos casos, pois as pessoas já perderam a noção de se dedicar ao próximo.

Quando esses dois aspectos, que são alimentados pela cultura do divórcio se chocam, acabam promovendo conflitos dos mais variados. É claro que isso não é a causa única para conflitos e desavenças, mas é um fator contribuinte e, como todo fator, deve ser combatido.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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