quarta-feira, 30 de abril de 2008

Orquestra Filarmônica Chinesa oferecerá concerto ao Papa

Saudações queridos leitores!

A China é um lugar estranho. São uma das ditaduras mais ferozes do mundo e, para que as pessoas não critiquem o genocídio que ocorre no país, que apesar de ter uma das maiores taxas de crescimento do mundo, tem muita gente passando fome, fazem muitos agrados para os outros. Fiquem com notícia de ZENIT (íntegra aqui), volto depois.

Orquestra Filarmônica Chinesa oferecerá concerto ao Papa

Interpretará o «Réquiem» de Mozart no Vaticano

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 29 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Como prova de que a linguagem da música é capaz de estender pontes de diálogo entre povos e culturas, a Orquestra Filarmônica Chinesa e o Coro da Xangai Opera House interpretarão na presença de Bento XVI e em sua homenagem o Réquiem de Wolfgang Amadeus Mozart.

O concerto acontecerá no dia 7 de maio, às 18h, na Sala Paulo VI do Vaticano.

«Com esta interpretação no Vaticano de uma grande obra clássica da música européia de inspiração religiosa, a música se confirma como uma linguagem e meio belíssimo de diálogo entre os povos e as culturas», explica o jornal «L’Osservatore Romano», ao dar a notícia.

Voltei. A orquestra é belíssima, muito competente e tudo. Mas essa apresentação não muda o que a China é: uma ditadura feroz e responsável pelos maiores massacres da história. Há muito sangue derramado clamando por justiça naquele país.

Aceitar a presença da Filarmônica Chinesa é um ato de nobreza dos países. Já, aceitar o regime que lá impera, é hipocrisia pura. Vejo muitos países discutindo um boicote aos Jogos Olímpicos em Pequim. Não penso que o boicote seja essencial, mas ver que muitas repúblicas democráticas estão passando a mão na cabeça dos ditadores chineses, é uma hipocrisia sem tamanho.

Participar dos Jogos Olímpicos e não criticar a ditadura chinesa é demais.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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