quinta-feira, 3 de abril de 2008

O aumento das vocações católicas e o aumentos dos muçulmanos

Saudações queridos leitores!

Na edição 2054 da revista Veja saiu uma reportagem sobre religião intitulada "A fé que move os jovens". Essa reportagem mostra como os jovens voltam a responder aos chamados vocacionais na Igreja e suas motivações que são agora, mais religiosas do que meramente ideológicas.

É o efeito Bento XVI chegando até nós. Durante muitos anos, desde a década de 70 que as vocações eram encaradas mais como um modo de resistir à ditadura militar do que servir a Deus. Com a cabeça mais focada na ideologia do que na Teologia surgiram Frei Betto, Leonardo "Genésio" Boff, Marcelo Barros e toda a corja que estraga o nosso clero.

Pois bem. O efeito da esquerda está começando a passar e vemos um aumento nas vocações após um longo período de declínio. E as novas vocações que surgem são bem mais austeras e obedientes ao Magistério.

Entre os principais responsáveis pelas novas vocações, estão a Canção Nova, a Toca de Assis e o Opus Dei, exemplos notórios dos diversos carismas da Igreja e de obediência a Roma. Enquanto as fileiras de padres de passeata se esvaziam, a primavera volta a pairar sobre a Igreja.

Outra notícia que foi veiculada nesses dias é o fato de que pela primeira vez existem mais muçulmanos do que católicos. As razões para isso são simples. Muçulmanos têm mais filhos. Muçulmanos mantém um controle mais rígido sobre quem pratica sua fé, inibindo a apostasia.

Enquanto a taxa de crescimento nos países europeus e americanos, onde o cristianismo é consolidado é baixa, perto de 1,37 filho por habitante, as taxas de crescimento nas nações islâmicas ultrapassa em muito a taxa mundial.

Famílias mais numerosas estão diretamente ligadas a um grau de instrução e uma qualidade de vida menor. É o que vemos por exemplo no Afeganistão, onde cada mulher tem em média sete filhos! Mas a alta taxa de natalidade muçulmana também começa a aparecer na Europa. Na França, quase 10% dos habitantes são muçulmanos. Isso coloca em xeque a identidade cristã da Europa, já ameaçada pelo secularismo que tenta avançar no continente.

Apesar do número de muçulmanos ser maior que o de Católicos, quando todos os cristãos são somados, ainda são em maior número.

Como o aumento dos muçulmanos se dá por natalidade e não por conversões, penso que o melhor jeito de que essa situação seja revertida seja um aumento da natalidade nos países europeus, que já começam a sofrer com a falta de população e um trabalho ainda mais intenso de resgate das ovelhas que se perderam, principalmente as que migraram para as seitas pentecostais latino americanas, um dos grandes problemas da América.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Um comentário:

Anônimo disse...

Muito interessante seu texto. O que lhe motivou escrever sobre vocação?
O importante é jamais perdermos a fé.