sexta-feira, 4 de abril de 2008

Jornalistas do diário Milênio profanam sacramento da confissão no México

Saudações queridos leitores!

Eu simplesmente não consigo compreender as motivações de certas pessoas para fazerem esse tipo de coisa. Podem discordar, podem não gostar, como discordo e não gosto de muita coisa, mas não é por isso que saio profanando, cometendo atentados contra as atividades dos outros. Fiquem com ACI, volto depois.

Jornalistas do diário Milênio profanam sacramento da confissão no México

.- Dois jornalistas de Milênio Diário de Monterrey profanaram o sacramento da confissão em um suposto "exercício jornalístico". Fingiram ser penitentes e enganaram aos sacerdotes de sete templos para revelar as penitências impostas pelos pecados de roubo e adultério.

Os repórteres Adriana Esthela Floresça e Alejandro Silva se apresentaram nos confessionários como católicos e transcreveram logo os diálogos que sustentaram com os sacerdotes como parte do sacramento.

Embora o jornal insistiu em apresentar o caso como uma "investigação jornalística sobre a diferença na aplicação de penitência a pecadores que se confessam nos distintos templos religiosos da cidade", o porta-voz da Arquidiocese do Monterrey, Juan José Martínez Segovia, rechaçou energicamente o ocorrido.

O sacerdote recordou em declarações a Milênio Diário do Monterrey que os repórteres não fizeram nada de novo, porém copiaram a jornalistas da Itália e Chile –entre outros países- onde também se profanou o sacramento.

O Padre Martinez assegurou que "sanciona-se com excomunhão a qualquer que capte mediante instrumentos técnicos ou divulgue através de meios de comunicação social o que se diz pelo confessor e o penitente".

"Não é forma a que se utilizou para chegar a conhecer o que na consciência do cristão é sagrado, para nós o sacramento da reconciliação é sagrado", explicou ao jornal.

Do mesmo modo, manifestou que "não é positivo o que se tenha feito dessa forma, para conhecer a postura da Igreja se deve procurar um meio apropriado, aproximar-se e perguntando o que pede a Igreja e que é o que faz, mas não é a forma violentando o sigilo sacramental e falsificando tanto para as pessoas que o fizeram como publicá-lo".

"Tivesse sido mais fácil que os repórteres se aproximassem do sacerdote (para perguntar) o que passa nestes casos, a que se fingisse uma confissão, porque também se está machucando a integridade dos fiéis, os fiéis respeitam o sacramento e o que se fez nesta investigação foi não respeitar o sacramento", assinalou.

Voltei. Quem faz isso não quer demonstrar nenhuma diferença no tratamento dado por diferentes sacerdotes, até porque isso é irrelevante. O que vale é o arrependimento. A pena é dada de acordo com o que cada sacerdote julga necessário, independente do pecado.

Isso é um exemplo da mais pura e simples violação da Fé alheia. É uma tentativa de desacreditar os fiéis e os sacerdotes. É um ultraje.

Rezemos pelos sacerdotes que foram tão ardilosamente enganados por esses jornalistas que serviram aos propósitos demoníacos ao invés dos propósitos jornalísticos.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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