sexta-feira, 11 de abril de 2008

Igreja é perseguida por aqueles que fazem da religião um meio para aparecer

Saudações queridos leitores!

Bater na Igreja dá Ibope, isso todo mundo sabe. Dá ainda mais Ibope quando a Igreja revida. Com esse pensamento Dom Silvestre Scandian nos alerta para que não caiamos nas armadilhas dos detratores dando-lhes visibilidade. Fiquem com notícia de ZENIT (íntegra aqui), volto depois.

Igreja é perseguida por aqueles que fazem da religião um meio para aparecer

Afirma o arcebispo emérito de Vitória (Brasil) em missa pelos bispos retirados

Por Alexandre Ribeiro

INDAIATUBA, quarta-feira, 9 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Segundo um arcebispo emérito brasileiro, a Igreja ainda hoje continua a ser perseguida de muitas formas, entre elas quando se tenta separar a religião da razão, quando a instituição é utilizada como meio de promoção pessoal e também quando por meio dela se buscam outros tipos de interesses particulares.

Dom Silvestre Scandian, 76 anos, arcebispo emérito de Vitória, abordou o tema da perseguição sofrida pela Igreja nos dias atuais na missa que presidiu esta manhã em homenagem aos bispos eméritos, na 46ª Assembléia Geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), evento que acontece até esta sexta-feira em Itaici (São Paulo).

No contexto da primeira leitura do dia (At 8, 1b-8), Dom Scandian recordou a perseguição sofrida pela Igreja de Cristo «não só nos três primeiros séculos do cristianismo, quando o fenômeno foi «muito cruel e abrangente».

«Mas em todos os tempos a Igreja tem sido perseguida. Essa perseguição continua até hoje. Vários irmãos bispos nossos estão experimentando na pela essa perseguição», disse, lembrando os prelados brasileiros ameaçados de morte, como, por exemplo, Dom Erwin Kräutler, da Prelazia do Xingu, e Dom Flávio Giovenale, da diocese de Abaetetuba (ambas no Estado do Pará, norte do país).

Ao enfatizar que o próprio Papa João Paulo II afirmava que jamais houve tantos mártires na Igreja como no século XX, o arcebispo considerou: «na verdade, a Igreja sempre foi perseguida tanto mais quanto mais ela testemunhou Jesus Cristo, pois a proposta de Cristo se opõe à proposta do mundo».

Voltei. Muitos pretendentes a jornalistas, atores, ou seja lá qual profissão exerçam, usam a Igreja como um trampolim para suas carreiras. Um exemplo notório que tivemos algum tempo atrás é Dan Brown, que com seu livro, O Código Da Vinci, malhou a Igreja e o Opus Dei, alcançando fama e fortuna.

Ele não foi o primeiro e não será o último a se utilizar da Igreja para alcançar notoriedade. Muitos outros o fazem e de formas ainda piores, seja incentivando o ódio contra a Igreja, seja copiando descaradamente os Ritos Sagrados, meio que "emulando" uma igreja própria.

Igreja, só existe a Católica. O resto é tudo seita.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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