segunda-feira, 24 de março de 2008

Igreja colombiana pediu diálogo às FARC

Saudações queridos leitores!

A Igreja Colombiana está caindo no truque dos esquerdóides internacionais, assim como a França e se não prestar muita atenção no que faz, vai acabar por se tornar mais uma marionete, fazendo a vontade dos terroristas das FARC, mesmo involuntariamente. Fiquem com ZENIT (fonte aqui), volto depois.

Igreja colombiana pediu diálogo às FARC

Os bispos procuram reativar o processo

BOGOTÁ, sexta-feira, 21 de março de 2008 (ZENIT.org).- A Igreja na Colômbia solicitou à guerrilha das FARC que revele o nome do delegado que se encarregará de negociar com o governo o intercâmbio humanitário e pediu um diálogo direto.

O presidente da Conferência Episcopal Colombiana, Dom Luis Augusto Castro, em declarações aos meios de comunicação, sustentou que é importante reavivar o contato direto com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) para buscar a liberdade de todos os seqüestrados.

«Estamos esperando que se reorganize a cúpula das FARC; é bom saber quem vai ser o encarregado direto dos diálogos para reavivar todo este esforço», explicou.

Os rebeldes vetaram há um mês a mediação da Igreja na troca humanitária por considerar que estava apoiando o governo em todas suas decisões. Não obstante, o prelado expressou que continuará apoiando todas as gestões que se realizem a favor da libertação das pessoas seqüestradas pelas FARC.

«Este contato com as FARC deve ser conseguido novamente e é preciso ver se é possível um diálogo direto para que se concretize um encontro e sejam libertados os seqüestrados», sublinhou.

Voltei. É claro que os prelados Colombianos estão preocupados com a situação dos reféns. Todos estamos, exceto os seqüestradores e seus aliados ideológicos, como os presidentes da Venezuela, Equador e do Brasil.

Mas os Bispos não podem cair na armadilha de, ao pedir o diálogo, reconhecer as FARC como uma força que tenha um pingo de legitimidade. Eles matam, seqüestram, traficam drogas e espalham o terror na Colômbia. Devem ser tratados como os monstros que são. As conversas e negociações não devem ser motivo para dar a eles tratamento que não merecem. Isso abriria um precedente perigosíssimo, incentivando outros grupos a agir da mesma maneira.

Penso que além de manifestar o desejo de diálogo, os Bispos devem condenar veementemente o uso do terror para se alcançar qualquer objetivo que seja e que, além disso, alerte todos aqueles que insistem em reconhecer nessa prática nefasta alguma legitimidade.

Devemos fazer tudo o que está a nosso alcance pelo bem estar dos reféns. Mas reconhecer as FARC não é fazer bem aos reféns, mas sim, incentivar que se façam mais reféns.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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