segunda-feira, 10 de março de 2008

Colômbia: Anunciam distribuição gratuita de pílula do dia seguinte e preservativos

Saudações queridos leitores!

Eu já vi essa história antes. Fiquem com reportagem da ACI, volto depois.

Colômbia: Anunciam distribuição gratuita de pílula do dia seguinte e preservativos

.- Em mais um passo em contra da vida na Colômbia, depois da despenalização do aborto por parte da Corte Constitucional realizada em 2006, o Ministério de Proteção Social deu a conhecer a regulamentação para um programa que entregará gratuitamente a abortiva "pílula do dia seguinte", preservativos e outros anticoncepcionais às jovens do país.

Conforme informou o jornal El Tiempo em sua edição online, Branca Elvira Cajigas, Vice-ministra de Saúde e Bem-estar, indicou que a pílula do dia seguinte será entregue a adolescentes entre 15 e 19 anos que não estejam filiadas ao sistema de saúde, nos serviços de urgências dos hospitais, clínicas e centros de saúde públicos e privados do país. "A medida cobre às vítimas de violação e a todas aquelas mulheres que tenham relações sexuais desprotegidas", acrescentou.

"O propósito é que estas pílulas não acabem convertidas em um método de planificação familiar. Quem as pedir receberá uma assessoria sobre seu uso e deverão inscrever-se, obrigatoriamente, no programa regular de planificação familiar, mediante o qual poderão escolher algum dos outros métodos", disse a funcionária.

Cajigas também explicou que com este programa se pretende que para o próximo ano, "quando alcançarmos cobertura universal em saúde, todas possam aceder".

A pesar de que cientificamente foi demonstrada sua pouca eficácia para prevenir enfermidades venéreas, a funcionária indicou que os preservativos "somente os receberão casais com diagnósticos confirmados do HIV SIDA, hepatite B, hepatite C e infecções de transmissão sexual. Basta o diagnóstico de um dos dois".

Os outros anticoncepcionais que podem ser solicitados pelas colombianas são os implante sub-dérmicos e os anticoncepcionais orais e injetáveis. "A decisão de inclui-los-se tomou logo depois de que um estudo realizado pelo Ministério indicou que, a longo prazo, resulta mais rentável entregar estes métodos aos colombianos (em termos de produtividade e prevenção de gravidezes não desejadas e enfermidades de transmissão sexual), que não fazê-lo", precisa El Tiempo.

Voltei. É a mesma história que ocorre no Brasil. Ao invés de se incentivar a responsabilidade sexual, incentivam o sexo irresponsável e depois querem reparar os danos. Será que as pessoas não percebem que o sexo está super valorizado em nossa cultura? Não há necessidade de se ficar empurrando essa necessidade de relação sexual goela abaixo dos jovens.

O Brasil é um exemplo de que tal política é inútil. Existe tanta propaganda sobre o sexo seguro por aqui que os jovens simplesmente estão de saco cheio. De saco tão cheio que em muitos casos as ignoram solenemente. Se não fosse assim, os índices de doenças sexualmente transmissíveis não continuariam aumentando apesar da campanha também ter sido intensificada.

O problema da desordem sexual é algo que demanda uma mudança comportamental contrária à pregada pelos governos. As pessoas farão sexo? Sim, claro. Mas em muitos casos essas campanhas preconizam os jovens a buscar a relação sexual cada vez mais cedo, visto que a sociedade impõe o ato sexual como algo que deve ser experimentado o quanto antes.

Essas campanhas estão na contramão do bom senso.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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