domingo, 16 de março de 2008

CNBB estuda estratégias para popularizar debate sobre pesquisa com embriões

Saudações queridos leitores!

A articulação da CNBB em relação às pesquisas com células tronco embrionárias tem sido muito boa, salvo um ou outro deslize. Fiquem com notícia de ZENIT (íntegra aqui), volto depois.

CNBB estuda estratégias para popularizar debate sobre pesquisa com embriões

BRASÍLIA, domingo, 16 de março de 2008 (ZENIT.org).- A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) promoveu uma reunião em Brasília, na quinta-feira passada, com especialistas, para discutir estratégias para popularizar o debate sobre a pesquisa com células-tronco embrionárias, que está para ser julgada no Supremo Tribunal Federal do país.

Segundo informa a CNBB, reuniram-se 20 representantes dos vários setores do conhecimento científico, especialistas que formam o Grupo de Trabalho em Defesa da Vida, do organismo episcopal.

Segundo o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB e membro do Grupo em Defesa da Vida, pe. Luiz Antônio Bento, «o objetivo da reunião foi discutir critérios para desmontar o argumento a favor das pesquisas com células-tronco embrionárias do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Britto. O grupo estuda estratégias para popularizar o debate na sociedade», afirmou.

Voltei. Tenho muitas restrições sobre o modo que a CNBB trata uma série de assuntos, mas a promoção da vida não é um deles. Tirando o lamentável episódio das abortistas que faziam uma apologia escandalosa ao aborto em um vídeo com a logomarca da Conferência, os bispos têm agido muito bem com relação à promoção e defesa da vida. Os fetos nas Igrejas do Rio foram uma tacada de mestre.

Toda essa coordenação que vemos sendo arquitetada já é antiga nos meios que visam promover a morte. A verdade é que tal método de trabalho hoje em dia é necessário para que possamos vencer um inimigo que não se cansa jamais de batalhar pelos seus propósitos.

Penso que um dos pontos mais cruciais nesse debate são os cadeirantes. Muitas pessoas favoráveis às pesquisas com células embrionárias vêm utilizando da imagem dos cadeirantes como se para eles as pesquisas com células embrionárias fossem o Santo Graal. Muitos pensam, iludidos com as distorções da mídia e alimentados por falsas esperanças que, pouco tempo após a liberação das pesquisas, curas começarão a aparecer no Brasil. É mentira.

Em vários países da América e da Europa, onde tais pesquisas são permitidas, não há nenhum avanço significativo que indique que tal linha de pesquisa produzirá resultados tão cedo, se é que produzirá. Sinto muito pelas pessoa que sofrem de doenças degenerativas e que são alimentadas com a falsa esperança de que as células tronco embrionárias são a saída certa para sua situação.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Nenhum comentário: