quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

A tolerância esquerdista

Saudações queridos leitores!

Vocês leram o texto sobre as esquerdas e sobre a Gangue da Praça de Maio. Para provar que tais atos não são isolados, mas sim um modus operandi, trago uma notícia de novembro do ano passado sobre um fato ocorrido no México. Fonte aqui.

Catedral mexicana fecha após invasão de esquerdistas


Militantes não reconhecem governo do católico Felipe Calderón

A famosa catedral da Cidade do México não abriu suas portas ao público nesta segunda-feira, pois militantes esquerdistas invadiram o local ontem. Clérigos informaram que ela só será reaberta depois que autoridades municipais garantirem sua segurança. Dezenas de partidários do ex-candidato presidencial esquerdista Andrés Manuel Lopez Obrador invadiram o templo, confrontaram fiéis e viraram bancos, segundo um comunicado divulgado no site da igreja.

A Arquidiocese do México considerou o incidente — que causou um atraso na missa de domingo, levou fiéis assustados a fugir do prédio e forçou padres a se refugiarem na sacristia — um ato de violência contra a Igreja Católica. Uma idosa foi levemente ferida, segundo o padre Ruben Ávila, responsável pela catedral.

— De repente, toda a catedral tremeu com os gritos deles e eles empurraram fiéis que estavam na porta da sacristia — disse Ávila.

Os manifestantes, estimados em 150, gritaram palavras de ordem contra o cardeal Norberto Rivera, que eles acusam de ser um dos líderes de uma suposta campanha política contra Lopez Obrador. Pela constituição mexicana, é proibido ao clero católico se envolver em política. A mídia mexicana publicou que os militantes reclamavam que os sinos da igreja tocaram por um tempo incomumente longo, prejudicando uma manifestação liderada pelo esquerdista que ocorria na praça onde fica a igreja, conhecida como Zócalo.

Seguidores de Lopez Obrador já interromperam várias vezes cerimônias na catedral, gritando palavras de ordem contra a fraude eleitoral que eles acusam de ter causado a derrota de seu candidato nas eleições presidenciais de julho de 2006. Desde a derrota, Lopez Obrador montou um governo paralelo e orienta seus seguidores a não reconhecerem o presidente Felipe Calderón, católico fervoroso. Autoridades eleitorais reconheceram a estreita vitória de Calderón depois de uma investigação de mais de dois meses de denúncias de fraude.

Na manifestação de ontem, que atraiu cerca de 100 mil pessoas — o menor público desde que começou a realizar o protesto em Zócalo em 2006 —, Lopez Obrador exigiu que o governo do México invista US$ 36 bilhões no setor petrolífero. Ele pediu a seus seguidores para resistirem a qualquer tentativa de privatização da indústria petrolífera mexicana.

— Estamos diante de um dos momentos mais críticos da nação — discursou ele, referindo-se à declinante produção petrolífera e à falta de capacidade de refinamento da companhia estatal Pemex que tem forçado o México a importar gasolina.

Voltei. Essa raça odeia a liberdade, odeia a democracia. Alegam que são tolerantes mas são os primeiros a atacar a liberdade alheia. Proclamam-se os salvadores, mas deixam um rastro de morte e miséria por onde passam. Dizem que são os melhores, mas fazem sempre as piores coisas.

Estejam certos de que se eles pudessem, implantariam uma ditadura mundial que levaria ao fim dos dias.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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