quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Manipulação política de "Dia da Mulher" na Espanha

Saudações queridos leitores!

O Dia Internacional da Mulher é tradicionalmente usado pelas feministas como data de protestos e reivindicação pelas suas pautas. Como o movimento feminista possui uma ligação histórica com as esquerdas em geral, sempre vemos as pautas um tanto quanto fundidas. Fiquem com notícia da ACI, volto depois.

Pró-vidas advertem sobre manipulação política de "Dia da Mulher" na Espanha
.- A Fundação Vida da Espanha advertiu que o "Dia Internacional da Mulher", que coincide com o período legal de suspensão de campanha prévio às eleições gerais de março, poderia ser manipulado publicamente a favor da esquerda política e social.

"A esquerda política e social espanhola mais radical não respeitará a jornada de reflexão se se autorizarem manifestações em distintas cidades a favor do aborto em oito de março próximo, com a desculpa do Dia Internacional da Mulher Trabalhadora", advertiu o Diretor da Fundação Vida, Manuel Cruz.

Cruz assinalou que se a Junta Eleitoral Central permitir estes atos, "terá que perguntar-se para quem trabalha, se o fizer para o bem comum ou para um concreto setor da sociedade"; porque "é inegável que o aborto suscitou um debate político, no que os distintos partidos oferecem diferentes opções".

"Se as feministas radicais apóiam determinadas propostas –assinalou-, o lógico é que o façam dentro da campanha eleitoral, ou antes, se não pedirem o voto. Mas a sociedade agradecerá esse dia de descanso", assinalou o Diretor de Fundação Vida.

Do mesmo modo, Cruz recordou que nos passados comícios gerais "já houve uma transgressão do dia de reflexão prévio às eleições que pôde influir em seu resultado, e não seria bom para a sociedade que se repita uma situação similar, e agora não se cumpra a Lei eleitoral”.

"Os grupos de feministas radicais têm estreitos laços com Esquerda Unida e suas propostas receberam o apoio rápido de destacadas figuras do Governo socialista e do PSOE. Deste modo, as manifestações que se anunciam deveriam ser uma prolongação da campanha eleitoral só para o benefício de uns poucos partidos concretos", continua Cruz.

"Durante quatro anos o Governo socialista promoveu um feminismo anti feminino que repudia a idéia natural da mulher e que agora é a ideologia próxima ao Governo na Espanha, com aspirações totalitárias, cujo fruto é uma política sexual imposta aonde o aborto provocado é peça chave", concluiu o pronunciamento da Fundação Vida.

Mais informação: comunicacion@fundacionvida.net

Voltei. As abortistas querem pedir o aborto? Que peçam, desde que não ameace mais queimar ninguém. Agora que os espanhóis tenham bom senso em não deixar que as manifestações pelo Dia Internacional da Mulher descambem em propaganda política ilegal.

Olha, sei que é meio estranho o que vou falar, mas se fosse aqui no Brasil, as abortistas encontrariam mais dificuldades para promover essa campanha ilegal. Resta a nós agora esperar para ver os desdobramentos das eleições espanhola. Rezemos.

Que Deus nos livre da maldição do aborto e do comunismo!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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