terça-feira, 27 de novembro de 2007

Bispos Anglicanos rompem por discordar do apoio a uniões homossexuais

Saudações queridos leitores!

Fiquem com notícia da ACI, volto depois.

Dois bispos anglicanos abandonam ramo canadense por apóio a uniões homossexuais

.- Os anglicanos canadenses viram partir, em uma semana, dois proeminentes bispos que decidiram abandonar este ramo da comunhão anglicana em protesto pelo apoio que dá às práticas e uniões homossexuais.

Malcolm Harding, bispo retirado de Manitoba decidiu filiar-se à Província Anglicana do Cone Sul que opera na América do Sul.

"Perdi a esperança na reforma dentro da igreja anglicana do Canadá. Dou-me conta que não podemos ter unidade a preço da verdade. Não posso em consciência seguir o caminho que segue a igreja anglicana do Canadá, tão longe do histórico ensinamento cristão e a prática anglicana", manifestou Harding em uma declaração oficial.

Sua saída ocorreu poucos dias depois que o bispo Donald Harvey de Eastern Newfoundland e Labrador, anunciou a mesma decisão.

Voltei. A falta de unidade doutrinária, falta de uma autoridade superior no protestantismo em geral é o que permite a existência de mais de 50.000 seitas mundo afora. A atitude dos dois anglicanos é reflexo disso. Em uma eventual discordância, nada impede que um protestante funde uma "igreja" de acordo com suas convicções pessoais e se diga correto.

Um grande paradoxo, visto que Deus é apenas um e que Sua palavra é imutável. A aceitação de duas ou mais verdades contraditórias é um paradoxo explicado pela DDRL (ver postagem abaixo).

Deus queira que eles acordem e venham para a Igreja Católica.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Amor, não ambição – pede Papa aos 23 novos cardeais

Saudações queridos leitores!

Fiquem com reportagem de ZENIT sobre o consistório que está sendo celebrado.

Amor, não ambição – pede Papa aos 23 novos cardeais No consistório celebrado neste sábado

Por Jesús Colina

CIDADE DO VATICANO, domingo, 25 de novembro de 2007 (ZENIT.org).- Ao criar 23 novos cardeais no consistório celebrado neste sábado, Bento XVI lhes recordou que o amor, não a ambição, constitui a característica de todo discípulo de Jesus Cristo.

«Sede apóstolos de Deus que é Amor e testemunhas da esperança evangélica: isso é o que o povo cristão espera de vós», exortou o pontífice durante a homilia da celebração da Palavra na Basílica de São Pedro, no Vaticano.

«Seus gestos e palavras não devem ser caracterizados pela busca do poder e do êxito, mas da humilde entrega de si mesmos pelo bem da Igreja», disse-lhes o Papa.

Os novos cardeais procedem dos seguintes países: 6 da Itália, 3 da Espanha, 2 da Argentina, 2 dos Estados Unidos, e os demais do México, Iraque, Alemanha, polônica, Irlanda, França, Senegal, Índia, Brasil e Quênia.

Os fiéis que lotaram o templo – muitos deles procedentes das dioceses dos novos purpurados – acompanharam com a típica emoção os momentos mais significativos da celebração, em particular quando cada cardeal se ajoelhou diante do Santo Padre para receber o capelo cardinalício.

O Papa pronunciou a fórmula: «vermelho como sinal da dignidade do ofício de cardeal, e significa que estás preparado para atuar com fortaleza, até o ponto de derramar o teu sangue pelo crescimento da fé cristã, pela paz e harmonia entre o povo de Deus, pela liberdade e pela extensão da Santa Igreja Católica Romana».

Na homilia, o sucessor de Pedro comentou a fórmula com estas palavras: «Ao passar a fazer parte do Colégio dos cardeais, o Senhor vos pede e vos confia o serviço do amor: amor a Deus, amor à sua Igreja, amor aos irmãos com a máxima e incondicional entrega, ‘até o derramamento do sangue’, como diz a fórmula da imposição do capelo e como mostra a cor vermelha dos hábitos que vestis».

A seguir, o bispo de Roma entregou a cada um dos novos cardeais a bula de criação de cardeal, designou o título ou diaconia de uma Igreja de Roma, e intercambiou o abraço da paz com os novos membros do Colégio cardinalício. Depois, os cardeais intercambiaram o mesmo sinal entre eles.

«A verdadeira grandeza cristã não consiste em dominar, mas em servir», destacou o Papa aos neopurpurados na homilia.

O Papa quis recordar, além disso, Dom Ignacy Jez, bispo de Koszalin-Kolobrzeg, que faleceu no dia 16 de outubro, aos 93 anos, um dia antes do Papa publicar os nomes dos novos purpurados.

A partir deste momento, o Colégio cardinalício estará composto por 201 membros, 120 deles eleitores. Segundo a composição por continentes, existem 104 cardeais europeus, 20 da América do Norte, 34 da América Latina, 18 da África, 21 da Ásia e 4 da Oceania.

Fonte aqui.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

domingo, 25 de novembro de 2007

Dica de Leitura - Tu és Pedro

Saudações queridos leitores!

Hoje lhes deixo indicado um livro escrito por um jornalista francês onde se pesquisa mais a fundo a sucessão apostólica. Fiquem com a resenha.

Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja".Mateus 16

"A Igreja Católica contém nela mesma um milagre: dura dois mil anos. E quando percorremos sua história, avaliamos os acidentes, os erros, os crimes, relatados brilhantemente por Georges Suffert, não podemos escapar do sentimento de estupefação".Le FigaroLittéraire

Pedro, o primeiro apóstolo, deixa Jerusalém com a missão de fundar e espalhar por terras distantes a igreja de Jesus Cristo. Isso foi há dois mil anos. Desde então, o mundo mudou radicalmente. O Império Romano ruiu, assim como tantos outros que vieram a seguir. Mas a igreja erguida por Pedro continua viva. E Roma, é hoje, a capital do cristianismo. Como a Igreja Católica nasceu, cresceu e conseguiu driblar as inúmeras adversidades ao longo do caminho? Quem são os seus principais artífices?

TU ÉS PEDRO, de Georges Suffert, é uma obra de referência para aqueles que pretendem desvendar os caminhos trilhados pela igreja que acaba de completar o seu segundo milênio. Para comemorar, muitos cristãos foram a Roma, mas poucos conhecem os pormenores da épica caminhada que começa com os primeiros passos dados por Pedro. Certamente, têm na memória imagens sobre fatos que se tornaram mais marcantes: os cristãos na arena, a louca aventura das Cruzadas, as fogueiras da Inquisição — acontecimentos isolados, de épocas distintas, que não chegam a compor uma história completa do que foram todos esse anos. Uma epopéia que se confunde com a própria história do mundo moderno.

Afinal, que mágicos processos, que poderosa sabedoria, até mesmo que milagres permitiram que essa estranha organização transpusesse o mais decisivo dos obstáculos: o tempo? Quais foram os operários de sua permanência? Que derrotas sofreu? Que erros capitais cometeu? De que modo conquistou um lugar indiscutível na história da humanidade? E por que a igreja norte-americana está preste a se transformar na mais potente do mundo?

Georges Suffert busca respostas na vida dos principais personagens da Igreja Católica, começando por Pedro e desaguando em João Paulo II. Ao Papa João Paulo II Suffert dedica páginas preciosas. O Papa que revela ao mundo a ilusão do comunismo, conclui o autor.

TU ÉS PEDRO recorda são Clemente, o primeiro Papa de que se tem registro exaustivo após a morte de Pedro. Revela que as primeiras missas aconteceram em forma de assembléias, nas catacumbas romanas, por volta do ano 100. E o porquê de santo Agostinho, desde o século IV, ser motivo de admiração por parte de cristãos e não-cristãos e os seus livros, fonte de pesquisa. Agostinho, santo Atanásio e são Jerônimo foram os primeiros padres da igreja católica romana.

GEORGES SUFFERT nasceu em 1927, é escritor, jornalista e membro do comitê editorial do Le Figaro. Foi colaborador do France Observateur e do L’Express. TU ÉS PEDRO recebeu, em 2000, o Prix des Maisons de La Presse, concedido por livreiros franceses.

O livro é editado pela Objetiva,
possui 520 páginas e tem o preço sugerido de R$ 64,90.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Dom Odilo Scherer é nomeado cardeal

Saudações queridos leitores!

No último Consistório, o Papa Bento XVI nomeou, entre outros, Dom Odilo Scherer como um de seus cardeais. Ser nomeado Príncipe da Igreja é uma honra muito grande e certamente Dom Odilo fez por merecer tal reconhecimento.

A partir de agora cabe a nós rezarmos para que Dom Odilo tenha a graça de Deus para cumprir com suas funções da melhor maneira possível, ainda mais porque a Arquidiocese de São Paulo está carente de alguém que seja firme na Fé e que tenha a coragem de fazer o que for necessário para combater alguns dos problemas que estão a corroer a fé das pessoas, como a invasão esquerdista que atualmente toma conta de alguns setores e que vem deliberadamente minando a Igreja.

Dom Odilo, desde que chegou, não apresentou mudanças significativas nesse e em outros pontos. Compreendo que exercer tal tarefa em uma Arquidiocese do tamanho de São Paulo é uma tarefa muito difícil. Mas algo tem que começar a ser feito, senão corremos o grave risco de não ter mais Arquiciocese no futuro.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Um pouco sobre alguns novos cardeais

Saudações queridos leitores.

No consistório de ontem, 24 novos cardeais foram nomeados, entre eles, Dom Odilo Schere, Arcebispo de São Paulo. Fiquem com reportagem da ACI sobre o Consistório e sobre alguns dos novos cardeais. Comento sobre Dom Odilo na próxima postagem.

O Papa cria 23 novos cardeais: Quatro latino-americanos e três espanhóis

.- No segundo consistório de seu pontificado, celebrado esta manhã na Basílica de São Pedro, o Papa Bento XVI criou 23 novos cardeais, entre eles três espanhóis, dois argentinos, um mexicano e um brasileiro, ressaltando que a dignidade conferida aos cardeais está longe da busca do poder e o êxito, pois a grandeza cristã "não está em dominar mas sim em servir".

No Consistório Público Ordinário, o Santo Padre entregou o capelo cardinalício aos arcebispos espanhóis de Valência e Barcelona, Agustín García Gasco e Luis Martínez Sistach, respectivamente; ao Ex-reitor da Universidade Gregoriana de Roma, o jesuíta espanhol Urbano Navarrete; aos arcebispos argentinos Leonardo Sandri, Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais e Stanislaw Esteban Karlic, emérito de Paraná; ao Arcebispo de Monterrey (México), Francisco Robles Ortega; e ao Arcebispo de São Paulo (Brasil), Odilio Pedro Scherer.

A cerimônia, que por razões climatológicas aconteceu no interior da basílica vaticana e não na Praça de São Pedro como inicialmente estava programada, foi presenciada desde seu interior por cerca de sete mil pessoas e seguida do exterior por outras 20 mil.

Depois da saudação litúrgica, o Pontífice leu a fórmula de criação de cardeais e proclamou solenemente seus nomes. Em seguida pronunciou uma homilia em que ressaltou que os novos cardeais provêm dos cinco continentes, o que ressalta a "universalidade da Igreja".

Dirigindo-se aos novos cardeais, Bento XVI recordou que "todo verdadeiro discípulo de Cristo deve aspirar a uma só coisa: compartilhar sua paixão, sem pedir recompensa alguma".

"O cristão está chamado a assumir a condição de "servo" seguindo os rastros de Jesus, gastando sua vida pelos outros em modo gratuito e desinteressado. Não em busca do poder e do êxito, mas sim o humilde dom de si pelo bem da Igreja é o que deve caracterizar cada um de nossos gestos e cada uma de nossas palavras", destacou.

"A verdadeira grandeza cristã –adicionou o Papa– não consiste em dominar, mas sim em servir. O Senhor lhes pede e lhes confia o serviço do amor: amor por Deus, amor por sua Igreja, amor pelos irmãos com uma dedicação máxima e incondicional, usque ad sanguinis effusionem, como recita a fórmula para a imposição do barrete e como mostra a cor vermelha da roupa que levam".

Concluída a homilia, fez-se a profissão de fé e se procedeu ao juramento por parte dos novos cardeais, que se aproximaram, um a um ao Pontífice, ajoelhando-se ante ele para receber o capelo cardinalício e a atribuição de um Título ou Diaconía de uma igreja romana, símbolo de sua participação no cuidado pastoral do Papa pela cidade.

Concluída a cerimônia, Bento XVI saiu ao átrio da basílica para saudar os paroquianos que seguiram as incidências do ato da Praça de São Pedro.

Amanhã, Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo, em uma Missa solene, o Santo Padre entregará aos novos cardeais o anel, o outro símbolo do cardinalato além do capelo.

Colégio Cardinalício

Além dos latino-americanos e espanhóis, os outros novos cardeais são os americanos John Patrick Foley e Daniel DiNardo, Pró Grão Mestre da Ordem Eqüestre de Jerusalém e Arcebispo de Galveston-Houston respectivamente; os italianos Giovanni Lajolo, Presidente da Pontifícia Comissão e do Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano; Angelo Comastri, Arcipreste da Basílica Vaticano e Raffaele Farina, Arquivista e Bibliotecário da Sacra Romana Igreja.

Também os italianos Angelo Bagnasco, Arcebispo de Gênova, Giovanni Coppa e Umberto Betti, o alemão Paul Joseph Cordes, Presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, e o polonês Stanislaw Rylko, Presidente do Pontifício Conselho para os Laicos.

Deste modo os arcebispos Seán Baptist Brady, de Armagh (Irlanda); André Vingt-Trois, de Paris; Théodore-Adrien Sarr, de Dakar; Oswald Gracias, de Bombay (Índia) e John Njue, de Nairobi, e Emmanuel III Delly, Patriarca da Babilônia dos Caldeus.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Bento XVI lança 2ª encíclica

Saudações queridos leitores!

O Vaticano anunciou que vai ser lançada na próxima sexta mais uma Encíclica de Bento XVI. Confesso que estou muito animado e que tenho a esperança de que venha algo no nível majestoso de Deus Caritas Est. Mas como o Santo Padre já nos surpreendeu uma vez, pode vir por aí mais uma agradável surpresa. Fiquem com reportagem da Canção Nova.

Bento XVI lança 2ª encíclica

Liliane Borges
Canção Nova Notícias, Roma

A sala de Imprensa do Vaticano divulgou nesta manhã, 23, que Bento XVI lançará na próxima sexta-feira, 30 de novembro a sua 2ª Enciclica, com o titulo "Spe salvi", Salvos em Esperança.

Como já havia sido divulgado, Bento XVI iniciou a escrevê-la durante suas férias em Agosto deste ano, em Lorenzago di Cadore, cidade do norte da Itália.

O documento será apresentado na Sala de Imprensa da Santa Sé na manha do dia 30, pelo Cardeal Dom Georges Marie Martin Cottier, O.P teólogo emérito da Casa Pontificia e pelo Cardeal Albert Vanhoye, S.I, professor emerito de Exegese do Instituto Biblico.

A segunda encíclica do Papa, depois da Deus caritas est, traz uma meditação da Carta de São Paulo aos Romanos, capítulo 8, versículo 24: “Porque em esperança nós fomos salvos”. De acordo com a tradição a Encíclica será publicada em Latim, com traduções em Italiano, Inglês, Francês e Alemão.

A “Spe Salvi” procede a Encíclica social que Bento XVI já começou a escrever, quase contemporaneamente. Esta poderá ser publicada na metade do próximo ano.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

Bento XVI denuncia campanhas de promoção do aborto na África

Saudações queridos leitores!

Muitos humanistas atacam os conquistadores que mataram os negros da África durante o período Colonial. Mas esses mesmos humanistas se calam quando matam negros no ventre das mães africanas. Por quê? Fiquem com reportagem de Zenit.

Bento XVI denuncia campanhas de promoção do aborto na África


Em seu discurso aos bispos do Quênia

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 19 de novembro de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI denunciou nesta segunda-feira que agências internacionais estão promovendo o aborto no continente africano.

Ao encontrar-se com os bispos da Conferência Episcopal do Quênia, que concluíam sua visita qüinqüenal «ad limina apostolorum», o pontífice os alentou a defender a vida humana em todas as suas fases, sem exceção.

Ainda que a visão cristã da família tenha uma profunda ressonância na África, reconheceu em seu discurso, «causa grave preocupação que a cultura secular globalizada exerça um influxo cada vez maior nas comunidades locais a partir das campanhas de organizações que promovem o aborto».

«Esta destruição direta de uma vida humana inocente nunca pode justificar-se, por muito difíceis que sejam as circunstâncias que possam levar a levar em consideração dar um passo tão grave», indicou o Papa após ler os informes dos prelados do país africano e de tê-los recebido em audiências privadas.

«Quando pregais o Evangelho da vida – exortou-lhes – recordai ao vosso povo que o direito à vida de todo ser humano inocente, nascido ou não, é absoluto e se aplica a todas as pessoas sem exceção alguma.»

O bispo de Roma assegurou que «a comunidade católica deve oferecer sua ajuda às mulheres para as quais é difícil aceitar um filho, sobretudo se estão isoladas de sua família e amigos».

Desta forma, assegurou, «a comunidade deve estar disposta a acolher quem se arrepende de ter participado no grave pecado do aborto e guiá-los com caridade pastoral a aceitar a graça do perdão, a necessidade da penitência e a alegria de entrar mais uma vez na nova vida de Cristo».

Que Deus nos livre da maldição do aborto!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

João Paulo II, um Comunista?

Saudações queridos leitores!

É, parece que tem gente que não consegue desgrudar de mim mesmo. Aparecem das profundezas do martírio virtual para me atormentar no scrapbook. Devem estar querendo uma moedinha. Tudo bem, como estou generoso, vou dar dessa vez.

O sujeito me manda um link de uma homilia do Papa tentando justificar o Comunismo. Li o texto completo e juro que não achei nada, mas ele insiste. Confiram a homilia no link e uma análise abaixo.

Achar que esse texto justifica o comunismo nada mais é do que vandalismo intelectual. Em nenhum lugar do texto eu vejo a defesa a métodos terroristas, à expropriação, ao igualitarismo, à eliminação das oposições. O que vejo é a exortação ao cuidado e à dignidade do pobre, o que nunca foi novidade na Igreja. Ou por acaso o cuidado ao pobre é prática monopolizada pelo comunismo? A única coisa que o comunismo fez pelos pobres é matá-los. Os pobres gostam tanto do comunismo que eles fogem de Cuba em botes sem remos só para morrerem nas mãos do capitalismo. Diga-se de passagem, nos países capitalistas eles morrem mais velhos do que certamente morreriam nos países comunistas. Os pobres gostam tanto do comunismo que os religiosos venezuelanos são ameaçados de prisão só por se oporem à proto-ditadura Chavista. Os pobres gostam tanto do comunismo que devem adorar os 100 milhões de mortos que essa ideologia satânica produziu. E que tenta produzir mais agora com o programa sistemático de legalização do aborto que pregam pelo mundo todo.

Onde estão as referências de João Paulo II apoiando o comunismo? Será que são "que não prevaleça a procura dos bens supérfluos e não vos faça esquecer as necessidades dos pobres, seja dos que vivem perto de vós ou dos que vivem longe.".

Ou então "senti-vos sempre mais solidários com o próximo, especialmente os mais necessitados.".

Ou quem sabe "Avança confiante no caminho da nova evangelização, no serviço carinhoso dos pobres e no testemunho cristão em toda a realidade social".

Isso nunca foi novidade. Faz 2000 anos que a Igreja prega a mesma coisa. E nunca precisou do comunismo pra isso. O comunismo e o socialismo já foram infalivelmente condenados pela Igreja. Quem discorda disso, discorda da Igreja e Católico não pode ser.

Quero saber o que fazem quando há um ponto divergente entre a Igreja e o comunismo. Com qual dos dois ficam?

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.