quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Cristãos de Belarus unem-se contra a Aids

Saudações queridos leitores!

Fiquem com notícia de ZENIT sobre como cuidar dos doentes de AIDS, volto depois.

Cristãos de Belarus unem-se contra a Aids

Assinada uma declaração de cooperação entre as Igrejas

Por Victor Khroul

MINSK, quarta-feira, 5 de dezembro de 2007 (ZENIT.org).- Os líderes cristãos da República de Belarus (antiga Bielo-rússia) estão unindo esforços para favorecer a prevenção da propagação da Aids no país. Desde 1987, a doença provocou a morte de 484 pessoas.

Dom Tadeusz Kondrusiewicz, arcebispo de Minsk-Mohilev, e o metropolita ortodoxo Filarete de Minsk e Sluzk figuram entre os líderes que assinaram em 3 de dezembro a Declaração de cooperação social entre as Igrejas cristãs de Belarus sobre a Aids.

Antes de assinar o texto, os dois prelados oraram juntos e assistiram à projeção de uma filmagem da Igreja Ortodoxa sobre a atividade das Igrejas e comunidades cristãs na luta contra a Aids.

O metropolita Filarete recordou a necessidade de uma ação cristã conjunta para enfrentar os atuais problemas da sociedade, sobretudo entre os jovens. «Nosso objetivo – afirmou – é o de alertar todos que conhecem a doença e ajudar quem sofre.»

O arcebispo Kondrusiewicz sublinhou que a Igreja Católica defende a dignidade de cada ser humano, «estende a mão a todos que estão relegados às margens da sociedade, reza por eles e consola com misericórdia os enfermos e moribundos».

Outros signatários explicaram as três áreas na obra da luta contra a Aids: a prevenção, o cuidado dos enfermos e o acompanhamento dos moribundos. Sublinhou-se também a importância de aprender a tratar de forma caritativa quem possui a doença.

O diretor da missão interconfessional Christian Social Service, Nikolay Matrunchik, acrescentou que é necessário aplicar os princípios cristãos na luta contra o avanço do vírus.

«A assinatura desta declaração demonstra o interesse dos cristãos por um ambiente social moral», observou.

Segundo as estatísticas mais recentes, em Belarus são portadoras do HIV um total de 8.557 pessoas, em sua maioria entre 15 e 29 anos.

Fonte aqui.

Voltei. Uma das grandes mentiras propagadas aos quatro ventos é a de que basta a camisinha para se evitar a infecção com a AIDS. Se fosse assim os casos estariam diminuindo, visto o tanto de campanhas e a abrangência da distribuição de preservativos. Mas parece que essa política só funciona para os tais redutores de danos e para os fabricantes de preservativos.

A questão da propagação da AIDS é um problema comportamental. Ao incentivar o uso do preservativo, incentivam também o sexo irresponsável. Como se fosse imprescindível que se descubra a sexualidade de modo precoce. Em Uganda, o único país africano a exibir algum declínio nos casos de AIDS, entre as medidas para a prevenção da doença estão o incentivo à fidelidade matrimonial e o sexo dentro do casamento. A distribuição de preservativos também existe, mas está aliada às outras medidas. Enquanto no restante do continente apenas a distribuição de preservativos não mostra a eficiência esperada.

As más línguas podem dizer que quem faz sexo irresponsável sem preservativo o faz por culpa da Igreja. Mentira. Quem faz sexo irresponsável já não está ouvindo a Igreja, que prega a castidade e o sexo apenas dentro do matrimônio. Se tais preceitos fossem seguidos, os preservativos seriam desnecessários. Mas enquanto isso, espero que o Ministro Temporão e a sua turma aprendam com os exemplos de Belarus e Uganda.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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