terça-feira, 6 de novembro de 2007

Vitória da Igreja em batalha contra o plando da expulsão de Deus

Notícia da ACI. Volto depois.

Lei de "Memória Histórica" permitirá à Igreja manter símbolos artísticos e religiosos

.- A controvertida Lei de Memória Histórica que aprovou o Congresso espanhol esta semana, obrigará a retirada de todos os monumentos, símbolos ou nomes de lugares públicos estabelecidos depois da Guerra Civil espanhola, com exceção dos símbolos artísticos e religiosos da Igreja.

O projeto original, da lei, que não conseguiu a maioria de votos, contemplava a penalização das instituições privadas, incluindo a Igreja, que não retirar símbolos considerados "franquistas", incluindo cruzes e memoriais eretos em honra dos mártires depois da conclusão da Guerra Civil.

Entretanto, graças a uma modificação acordada a última hora para obter os votos do partido catalão "Convergência e União", a lei permitirá à Igreja invocar razões "artístico-religiosas" para não ter que retirar de seus edifícios símbolos comemorativos da Guerra Civil.

A lei assinala explicitamente que a retirada de memoriais posteriores ao conflito "não será de aplicação quando as menções sejam de estrita lembrança privada, sem exaltação dos enfrentados, ou quando concorrerem razões artísticas, arquitetônicas, ou artístico-religiosas protegidas pela lei".

Voltei.

É uma pequena vitória da Igreja contra a agenda socialista que visa expulsar definitivamente Deus da Espanha. A retirada dos símbolos manifesta a característica dos esquerdistas de monopolizar as vítimas. Para eles, se um esquerdista morre em batalha, torna-se um mártir, quase um santo. Se a baixa é do outro lado, independente de quem seja, não passa de um inimigo que foi vítima dos reflexos da guerra. A beatificação de todos os mártires do franquismo foi uma afronta direta às esquerdas, pois eles se julgam a única autoridade qualificada para definir quem é e quem não é mártir nessa história.

Rezemos para que a Igreja continue passando por cima dos planos malignos de seus inimigos.

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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