sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Glórias do comunismo - a Fábrica de Cadáveres

Saudações queridos leitores!

Nos primeiros dias do meu blog, relatei que o comunismo é uma ideologia sedenta de sangue. Insaciado pelo sangue dos 100 milhões de vítimas desde seu surgimento, hoje em dia eles procuram sangue mais fresco. Sendo assim, alimentam-se do sangue das pobres crianças que nem sequer nasceram! Fiquem com trecho de reportagem do Terra (íntegra aqui). Vou comentando os trechos.

Sex shops e aborto são serviços de saúde pública na China

Rua em bairro comercial de Pequim: entre uma casa de chá e um sapateiro, uma pequena loja, com símbolo hospitalar e a frase "saúde familiar".

Reparem bem que o conceito de sex shop que temos aqui é completamente diferente. Devido ao aspecto cultural que resulta em uma sexualidade reprimida, esse tipo de atividade é classificado como "saúde familiar". Sabemo muito bem que essa política só não busca a saúde do nascituro. Vejam sobre o aborto.

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Filho único

O aborto é também tema de saúde pública no país e está por sua vez intimamente ligado ao planejamento familiar, instaurado há 30 anos. O objetivo do governo, então, era claro: não havia recursos naturais para fazer frente a uma taxa de natalidade alta, como a do início da década de 70.

Muitos não sabem, mas esse crescimento desordenado foi incentivado pelos próprios comunistas. Por volta de 1970, a população chinesa já havia atingido mais de 800 milhões de pessoas graças, em grande parte, ao estímulo dos governantes chineses, especialmente Mao Tse-tung, que via no aumento populacional um caminho para o engrandecimento do país.

Estudos indicavam que a China possuía então 21% da população do planeta e apenas 7% das terras produtivas. A taxa de fertilidade era de 5,8 filhos por mulher. Implantou-se o projeto de um filho por casal, em vigor até hoje. Caso queira ter mais de um filho, a família paga ao governo taxas tão altas que costumam consumir mais da metade da renda mensal.

A regra, no entanto, tem exceções. Não vale para algumas áreas rurais com pequena população e para pais cujos primeiros filhos nasceram com qualquer problema físico ou mental.

Em um país onde, em certas áreas, a renda per capita é similar à dos países da África, essa medida teve um desenrolar óbvio, mesmo com as exceções. Quem tem uma filha ou um filho com alguma deficiência, normalmente abandona a criança, quando não a mata ou não comete infanticídio, tudo isso sem que Pequim aja, pois fingem que não vêem.

Com seu 1,3 bilhão de pessoas e taxa de natalidade de cerca de 1,2 filho por mulher, a China comemora os resultados, com desdobramentos até então impensáveis.

Além de tornar a população predominantemente masculina - já que a força de trabalho e necessidade de sobrevivência exige homens, a lei fez aumentar substancialmente o número de abortos em função da gravidez "indesejável".

Está aí, o desdobramento dessa política é óbvio.

As operações contam com total apoio do estado. O assunto é tão natural (e oficial) que nos últimos dias de setembro o jornal China Daily, órgão do governo em língua inglesa, destacava o aumento de abortos no reinício do ano letivo na província de Guangzhou (sul do país), com declarações e cifras pouco usuais para o ocidente.

De modo totalmente escandaloso, o Governo comunista apóia os abortos "legais" e faz vista grossa aos outros assassinatos. Vejam que em nenhum momento, na matéria, os nascituros são tratados como gente, como pessoas. Pra falar a verdade, nem são citados, são tratados como se não existissem e suas mortes não entram nas estatísticas, apenas mencionam os abortos.

"Tem se tornado uma rotina a cada semestre, por que estudantes conhecem muito pouco sobre controle de natalidade", explica Zhang Yurong, ginecologista do hospital local.

A mesma reportagem informa em 20 hospitais da região foram feitos abortos em 3 mil jovens menores de 18 anos no último ano.

Ter acesso quase familiar ao sex shops ou fazer abortos em qualquer esquina não mudaram, no entanto, o comportamento sexual dos chineses. Eles continuam conservadores.

Pesquisa realizada em 2005 por um fabricante mundial de preservativos indicou que apenas 22% dos adultos chineses dizem estar satisfeitos com sua vida sexual e apenas 17% admitem fazer sexo ocasional, contra uma média mundial de 44%.

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A íntegra está disponível no link no começo da postagem.

Bem, a forma com que o assunto é abordado na China é tão cruel que não preciso me expressar sobre isso. O que eu gostaria de saber, é o que dizem aquelas pessoas da chamada "esquerda católica" sobre esse assunto. Se eles reconhecem nisso um mal do comunismo ou se simplesmente não dão bola para a posição da Igreja.

Que Deus nos livre da maldição do aborto!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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