terça-feira, 16 de outubro de 2007

Se essa é a liberdade que elas pregam...

Saudações queridos leitores!

Feministas argentinas nos dão aula de pluralidade, tolerância e liberdade. Por ACI, volto depois.

Feministas usaram evento para promover aborto e lesbianismo

Católicas argentinas foram alvos de ataques em Encontro Nacional de Mulheres

.- O 22° Encontro Nacional de Mulheres celebrado neste fim de semana em Córdoba se converteu -como suas versões anteriores- em um espaço de ataque contra as mulheres católicas que ousaram participar. Elas foram agredidas grosseiramente pelos grupos feministas que reuniram para impor à força sua agenda abortista e a ideologia de gênero.

"Segundo testemunhos das mulheres que participantes, a violência marcou as duas jornadas. Às mulheres que são católicas pretendem expulsá-las a força, ou onde há oficinas em um subsolo sem possibilidade de sair às prendem, há mulheres golpeadas no ombro, nas costas e nos pés", relatou o jornalista da agência NOVA, Emilio Nazar, a quem foi impedido de presenciar o que acontecia nas oficinas sobre aborto e anticoncepção.

Os meios locais, indicou, coincidiram em assinalar "a apresentação anticlerical das organizadoras, ao ponto de negarem a condição de mulheres às católicas, e querem evitar o ingresso e a palavra destas mulheres pelas boas� ou pelas más".

O jornalista disse que no evento, onde as católicas foram um minoria frente a "milhares de mulheres manipuladas contra", não faltaram às ordens ofensivas contra a fé e contra toda aquela que desse uma opinião contrária à agenda feminista.

"As mulheres abordam o tema da discriminação e a violência dos homens contra as mulheres, mas jamais o tema da violência de mulheres contra mulheres. E nas mesmas oficinas se dão os casos", denunciou.

"Indefesas (as católicas), só lhes restou uma possibilidade: ter o telefone da polícia preventiva se por acaso acontecesse algo, para que em três minutos entrasse para frear as agressões. Porque é um encontro de mulheres, mas isto não significa uma "região liberada" para que haja mulheres cometendo delitos contra outras. Isto não é nem democrático, nem pluralista nem tolerável", assinalou.

Quiseram fazer passeata à Catedral

Meios locais informaram que no último dia da jornada, membros dos grupos feministas, usando milhares de manifestantes como escudo, tentaram aproximar-se da Catedral de Córdoba para ofender o templo com pichações alusivas ao aborto. Apesar que outro grupo ter impedido este ato de vandalismo, não se pôde evitar que comércios e edifícios públicos do centro da cidade fossem atacados.

"As mulheres têm todo o direito de expressar-se da forma que creiam conveniente", afirmou a 'Cadena 3', Graciela Contreras, uma das organizadoras do encontro, tentando justificar a violência de algumas participantes.

Sobre o Encontro

Embora as organizadoras apresentem a reunião como um encontro de mulheres para falar de coisas que interessam às mulheres: pobreza, educação, sindicatos, globalização, dívida externa, e os problemas sociais e religiosos, o certo é que as oficinas estão atravessadas pelo lema do aborto e promoção da homossexualidade.

Segundo Nazar, "as organizadoras se dizem mulheres amplas, pluralistas e democráticas, mas ante a presença de mulheres católicas ou que sustentam a moral natural assumam uma atitude de terminante rechaço e de intolerância verbal e física".

Voltei.

É essa a liberdade, pluralismo e a democracia que algumas pessoas defendem. Esse tipo de atitude só serve para demonstrar o quão cínicos são os defensores das ideologias promovidas nesse encontro. A coragem que essas mulheres Católicas tiveram ao participar desse evento, mesmo sabendo no que estavam se metendo é de nos fazer refletir.

Para essas pessoas a tolerância só deve ser exercida para com eles, jamais com quem discorde de suas idéias. Essas pessoas não sabem viver na democracia, não são pertencentes ao Estado de Direito, mas sim a uma ditadura que busca a unanimidade, seja por bem, seja por mal.

Essas pessoas não fazem parte da sociedade em que vivemos, vivem em um gueto ideológico que querem estender ao mundo inteiro. Aqui não! Se querem isso, que vão para a Cuba que as pariu!

Fiquem com Deus e divirtam-se,
Fernando.

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